Casa do Seguro insere setor no centro das discussões sobre a crise climática

08/05/2025 Atuação setorial marca posição do mercado de seguros para uma transição climática eficiente A Porto apoia a “Casa do Seguro”, projeto criado pela CNseg (Confederação Nacional das Seguradoras) para inserir o setor de seguros nas discussões sobre as mudanças climáticas. Como plataforma de conteúdo e relacionamento empresarial, a “Casa do Seguro” vai funcionar durante a COP30, a 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, que será realizada em novembro, em Belém (PA). “O mercado segurador é um ator extremamente importante quando a gente fala da pauta das mudanças climáticas. É muito necessário que a gente não atue só como uma empresa, mas como mercado em prol dessa agenda tão crítica e relevante para a sociedade”, diz Patrícia Coimbra, diretora de Gente e Cultura da Porto. Seguros na COP 30 Iniciativa inédita no setor, a “Casa do Seguro” funcionará como uma central de discussões, com conexões entre o mercado de seguros e os demais setores econômicos, estimulando a convergência entre agentes públicos e privados, com ampla participação da sociedade civil. A agenda da Casa do Seguro estará focada no papel do setor na gestão de riscos climáticos e no financiamento de iniciativas sustentáveis. Na programação, destacam-se: debates e painéis temáticos; fóruns em parceria com entidades setoriais, organizações internacionais e contrapartes estrangeiras da CNseg; reuniões bilaterais; apresentação de produtos e serviços; e atividades culturais. Alguns eixos vão pautar a agenda da Casa do Seguro, como a proteção social e dos investimentos, as finanças sustentáveis, a infraestrutura resiliente, a inteligência climática, seguros & agronegócio, a descarbonização da frota brasileira e como os seguros podem auxiliar no desenvolvimento industrial mais sustentável. Para o presidente da CNseg, Dyogo Oliveira, o mercado segurador tem um papel de destaque na transição para uma economia mais verde e resiliente, e a atuação do setor na COP30 refletirá a importância de suas contribuições, em um cenário de agravamento das mudanças climáticas. “A Casa do Seguro será uma vitrine do nosso papel como facilitadores de inovação e mitigadores de riscos climáticos, reforçando nosso compromisso com o futuro sustentável do planeta. Esse projeto é o ponto alto de uma estratégia de posicionamento do setor segurador nas discussões climáticas que ganhou maior expressão a partir de 2023, na COP28, em Dubai, e estabelecerá um marco em Belém”, afirma. COMPARTILHE Mudanças climáticas desafiam previsibilidade, ampliam riscos e exigem inovação do setor seguros no Brasil • 01/07/2025 COP30: Setor de seguros assume papel estratégico na agenda climática da Amazônia • 26/06/2025 Do compromisso à prática: como as seguradoras podem ajudar a construir um futuro mais sustentável? • 24/06/2025 Plano de transformação ecológica do Brasil: avanços, desafios e o papel do mercado de seguros • 30/05/2025 Do Big Data à Inteligência Artificial: seguradoras aceleram inovação para enfrentar o clima imprevisível no Brasil • 13/05/2025 Casa do Seguro insere setor no centro das discussões sobre a crise climática • 08/05/2025 COP30: CNseg inicia Ciclo de Diálogos Institucionais da Casa do Seguro • 28/04/2025 Como as seguradoras atuam antes, durante e após uma tragédia climática? • 24/04/2025 Mudanças climáticas: quais são os desafios do setor de seguros? • 17/04/2025 Casa do Seguro marca posição do setor frente às mudanças climáticas, diz presidente da Allianz • 15/04/2025
COP30: CNseg inicia Ciclo de Diálogos Institucionais da Casa do Seguro

28/04/2025 Encontro reuniu empoderadores da Casa do Seguro com o secretário Nacional de Mudança do Clima do Ministério do Meio Ambiente (MMA), Aloísio Melo A Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) iniciou, em Brasília (DF), nesta quinta-feira (24), o ciclo de debates sobre sustentabilidade e transição climática no setor de seguros – “Diálogos Institucionais COP30”. O encontro inaugural, realizado na capital federal, contou com a participação do secretário Nacional de Mudança do Clima do Ministério do Meio Ambiente (MMA), Aloísio Melo, e de executivos de sustentabilidade das seguradoras empoderadoras da Casa do Seguro, além de outras empresas de seguros que estarão presentes durante a 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP30). Participaram também parceiros institucionais da CNseg, como a Fundação Getúlio Vargas (FGV), o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e a consultoria Perspectivas. Aloísio Melo fez uma ampla explanação sobre como o MMA vem trabalhando os temas para a COP30 e destacou como o setor segurador pode atuar diante dos desafios de mitigação e adaptação climática. “O papel do seguro no investimento público, que hoje ocorre no país, é basicamente via concessões, PPPs (Parceria Público Privada) e na área de infraestrutura. Mas acho que tem outras frentes em que a interação público-privada pode se desenvolver e ajudar na busca de soluções para o tema”, afirmou. Um exemplo importante é o seguro rural, que tem uma conexão com política pública muito clara, muito direta, por conta dos instrumentos da subvenção e do zoneamento agrícola de risco climático. Aloisio falou ainda do papel fundamental do setor segurador para análise de risco e sua capacidade de entender o novo contexto climático, já que faz, sistematicamente, uma análise do que ocorre do ponto de vista do desastre, do impacto climático. “Conhecer o risco é um desafio para todo mundo. Para o governo federal, que tem esse enorme desafio com relação a investimentos, é importante olhar adequadamente para o novo perfil de risco”, avalia. Para o superintendente-executivo de Coordenação do Gabinete da CNseg, Gustavo Brum, a iniciativa do ciclo de debates é criar um canal para que sejam colocados em prática soluções durantes os encontros na COP30. “A nossa estratégia de participação na COP30 é fazer sugestões possíveis e necessárias junto ao governo e junto aos tomadores de decisão que estarão nas mesas de negociação Conferência. De modo que o setor de seguros seja reconhecido como parte da solução, que os instrumentos, os mecanismos e as ferramentas de seguros estejam, portanto, ali, contempladas dentro desse grande arcabouço de enfrentamento dos desafios do clima”, destacou. Executivos do mercado destacam que as seguradoras precisam estar preparadas para agir antes, durante e depois das catástrofes, com foco na agilidade, na inovação e na parceria com clientes e demais setores da economia. Iniciativas A CNseg tem uma série de projetos voltados para a sustentabilidade, transição climática, mitigação e aumento de resiliência das cidades que serão trabalhados ao longo de 2025 em diversas esferas. Como forma de apresentar a extensa pauta de projetos de sustentabilidade do setor segurador para as principais autoridades globais, a CNseg terá uma participação muito importante durante COP30, que será realizada em Belém (PA), em novembro. Para isso, a CNseg lançou um projeto inovador – a “Casa do Seguro” –, um espaço para promoção do mercado de seguros, sua imagem e conexão com a agenda de sustentabilidade global, destacando o papel do setor na proteção da sociedade e dos investimentos, no contexto da transição climática. A Confederação também atua na esfera interfederativa apresentando propostas para enfrentamento às mudanças climáticas, como a implementação de um Seguro Social de Catástrofe. O projeto prevê indenizações emergenciais e auxílio funeral aos afetados por inundações, alagamentos ou desmoronamentos relacionados a chuva. Outro exemplo é o projeto para aumento da resiliência de infraestruturas estratégicas que a CNseg vem conversando com autoridades dos poderes executivos das três esferas de poder – Federal, Estadual e Municipal. Sobre a Casa do Seguro A Casa do Seguro está situada em local muito próximo ao espaço oficial da COP30. Além da programação de conteúdo, promoverá iniciativas de responsabilidade social, prestigiando a economia e a mão de obra locais. O projeto é ambientalmente responsável e foi desenvolvido dentro dos conceitos de evento neutro e resíduo zero, prevendo ainda uso eficiente de água e energia. Com o apoio de seus empoderadores – Allianz, AXA, MAPFRE, Marsh, Porto, Prudential E Tokio Marine – a Casa funcionará em 1,6 mil m² de área útil, acomodando plenária com 100 lugares, seis salas de reunião, business lounges, estúdio para gravação de podcasts, sala de imprensa, espaço de convivência e área para exposições artísticas e apresentações culturais. Na programação, destacam-se: debates e painéis temáticos; fóruns em parceria com entidades setoriais, organizações internacionais e contrapartes estrangeiras da CNseg; reuniões bilaterais; apresentação de produtos e serviços; e atividades culturais. Alguns eixos vão pautar a agenda da Casa do Seguro, como a proteção social e dos investimentos, as finanças sustentáveis, a infraestrutura resiliente, a inteligência climática, seguros & agronegócio, a descarbonização da frota brasileira e como os seguros podem auxiliar no desenvolvimento industrial mais sustentável. Para o presidente da CNseg, Dyogo Oliveira, o mercado segurador tem um papel de destaque na transição para uma economia mais verde e resiliente, e a atuação do setor na COP30 refletirá a importância de suas contribuições, em um cenário de agravamento das mudanças climáticas. “A Casa do Seguro será uma vitrine do nosso papel como facilitadores de inovação e mitigadores de riscos climáticos, reforçando nosso compromisso com o futuro sustentável do planeta. Esse projeto é o ponto alto de uma estratégia de posicionamento do setor segurador nas discussões climáticas que ganhou maior expressão a partir de 2023, na COP28, em Dubai, e estabelecerá um marco em Belém”, destaca. COMPARTILHE Mudanças climáticas desafiam previsibilidade, ampliam riscos e exigem inovação do setor seguros no Brasil • 01/07/2025 COP30: Setor de seguros assume papel estratégico na agenda climática da Amazônia • 26/06/2025 Do compromisso à prática: como as seguradoras podem ajudar a construir um futuro mais sustentável?
Como as seguradoras atuam antes, durante e após uma tragédia climática?

24/04/2025 O setor de seguros no Brasil tem assumido um papel estratégico e multifacetado diante do aumento dos desastres climáticos, atuando de forma proativa na prevenção, na resposta e na recuperação dos impactos causados por eventos extremos. Executivos do mercado destacam que as seguradoras precisam estar preparadas para agir antes, durante e depois das catástrofes, com foco na agilidade, na inovação e na parceria com clientes e demais setores da economia. André Cordeiro, superintendente de estratégia de mercado, qualidade e ESG da Tokio Marine, ressalta que as seguradoras têm desafios em todas as fases do ciclo de um desastre climático. “Antes do evento, é fundamental utilizar modelos climáticos avançados para reorganizar a cadeia de parceiros e desenvolver portfólios que apoiem a transição energética. Durante as catástrofes, a prioridade é garantir atendimento rápido e direcionado às áreas mais afetadas. Após o evento, o pagamento ágil das indenizações é essencial para a recomposição humana e patrimonial das comunidades impactadas”, afirma o executivo. Eduard Folch, presidente da Allianz Seguros, reforça que o ponto de partida para a atuação das seguradoras é a avaliação contínua dos riscos enfrentados pelos segurados, o que permite orientar medidas preventivas eficazes. Em situações de desastre, a agilidade na análise e no pagamento dos sinistros (imprevistos cobertos em contratos de seguros), além da mobilização de equipes e canais específicos, é crucial para acelerar a recuperação. Ele cita como exemplo a resposta rápida da Allianz às enchentes no Rio Grande do Sul em 2023, que causaram prejuízos estimados em R$ 8 bilhões e afetaram centenas de municípios. “No caso do Rio Grande do Sul, tomamos medidas entre as quais valoramos os sinistros utilizando barcas indo aos lugares. A gente se aproximou e facilitou o pagamento dos boletos, a renovação das apólices [contratos]. Isso trouxe agilidade”, diz o executivo. Prevenção Para Erika Medici, CEO da Axa no Brasil, a prevenção e a comunicação transparente com clientes e a sociedade são fundamentais. “Na Axa, esse é um pilar extremamente forte e impacta toda a formatação de coberturas e serviços da companhia”, diz a executiva. Durante os eventos climáticos, a empresa utiliza tecnologias como drones para vistoriar áreas afetadas e garantir suporte emergencial eficiente. Após a crise, o foco se volta para a regulação ágil dos sinistros, visando restabelecer a economia local e o suporte financeiro aos clientes. Felipe Nascimento, CEO da Mapfre, destaca que o setor deve atuar em todas as etapas: antes, com avaliação de riscos e desenvolvimento de seguros específicos para demandas socioambientais; durante, com monitoramento e atendimento emergencial; e depois, promovendo educação e conscientização. “Com as lições aprendidas, buscamos promover ações de educação e conscientização para mitigação de risco, incentivando práticas de prevenção e adaptação a essas mudanças climáticas”, reforça Nascimento. O mercado de seguros brasileiro enfrenta desafios crescentes diante da intensificação dos eventos climáticos, que têm elevado o volume e o custo dos sinistros. Além da resposta imediata, o setor tem papel fundamental na transição para uma economia de baixo carbono, oferecendo produtos que incentivam práticas sustentáveis e apoiam investimentos em energia limpa e infraestrutura resiliente. Estudos indicam que o setor de seguros precisará ampliar significativamente sua capacidade de cobertura para viabilizar os trilhões de dólares em investimentos necessários para a adaptação e mitigação climática. Sobre a Casa do Seguro Para enfrentar esses desafios, a CNseg criou a Casa do Seguro, projeto que tem como objetivo integrar o setor nas discussões sobre as mudanças climáticas A Casa do Seguro funcionará durante a COP30, a 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, que será realizada em novembro, em Belém (PA). Em uma iniciativa inédita, a Casa do Seguro fará conexão do mercado de seguros com outros setores econômicos, estimulando a convergência entre agentes públicos e privados, com ampla participação da sociedade civil. A agenda da Casa do Seguro estará focada no papel do setor na gestão de riscos climáticos e no financiamento de iniciativas sustentáveis. Na programação, destacam-se: debates e painéis temáticos; fóruns em parceria com entidades setoriais, organizações internacionais e contrapartes estrangeiras da CNseg; reuniões bilaterais; apresentação de produtos e serviços; e atividades culturais. Alguns eixos vão pautar a agenda da Casa do Seguro, como a proteção social e dos investimentos, as finanças sustentáveis, a infraestrutura resiliente, a inteligência climática, seguros & agronegócio, a descarbonização da frota brasileira e como os seguros podem auxiliar no desenvolvimento industrial mais sustentável. Para o presidente da CNseg, Dyogo Oliveira, o mercado segurador tem um papel de destaque na transição para uma economia mais verde e resiliente, e a atuação do setor na COP30 refletirá a importância de suas contribuições, em um cenário de agravamento das mudanças climáticas. “A Casa do Seguro será uma vitrine do nosso papel como facilitadores de inovação e mitigadores de riscos climáticos, reforçando nosso compromisso com o futuro sustentável do planeta. Esse projeto é o ponto alto de uma estratégia de posicionamento do setor segurador nas discussões climáticas que ganhou maior expressão a partir de 2023, na COP28, em Dubai, e estabelecerá um marco em Belém”, destaca. COMPARTILHE Mudanças climáticas desafiam previsibilidade, ampliam riscos e exigem inovação do setor seguros no Brasil • 01/07/2025 COP30: Setor de seguros assume papel estratégico na agenda climática da Amazônia • 26/06/2025 Do compromisso à prática: como as seguradoras podem ajudar a construir um futuro mais sustentável? • 24/06/2025 Plano de transformação ecológica do Brasil: avanços, desafios e o papel do mercado de seguros • 30/05/2025 Do Big Data à Inteligência Artificial: seguradoras aceleram inovação para enfrentar o clima imprevisível no Brasil • 13/05/2025 Casa do Seguro insere setor no centro das discussões sobre a crise climática • 08/05/2025 COP30: CNseg inicia Ciclo de Diálogos Institucionais da Casa do Seguro • 28/04/2025 Como as seguradoras atuam antes, durante e após uma tragédia climática? • 24/04/2025 Mudanças climáticas: quais são os desafios do setor de seguros? • 17/04/2025 Casa do Seguro marca posição do setor frente às mudanças climáticas, diz presidente da Allianz • 15/04/2025
Mudanças climáticas: quais são os desafios do setor de seguros?

17/04/2025 O aquecimento global, impulsionado pela ação humana por meio de atividades econômicas poluentes e a degradação ambiental, tem elevado a frequência e a gravidade de eventos climáticos extremos. Segundo dados oficiais, desde 1990 o país registrou mais de 64 mil ocorrências relacionadas a eventos climáticos, com uma média anual que ultrapassa 4 mil nos últimos quatro anos. Em 2023, o desastre no Rio Grande do Sul, que deixou 183 mortos, exemplifica a dimensão dos impactos que o país enfrenta. Para Eduard Folch, presidente da Allianz Seguros, o problema vai além das perdas materiais: “A força destrutiva dos desastres naturais se agrava pela concentração de propriedades em áreas antes não afetadas por esses fenômenos”. Diante desse cenário, o mercado segurador tem se mobilizado para mitigar os efeitos das mudanças climáticas e apoiar a recuperação das comunidades afetadas. André Cordeiro, superintendente de estratégia de mercado, qualidade e ESG da Tokio Marine, destaca que a prioridade é o atendimento humano e ágil às vítimas. “Em 2023, conseguimos reduzir em 30% o prazo médio para pagamento de sinistros [imprevistos cobertos em contratos de seguros] relacionados a eventos climáticos extremos, facilitando a recuperação das comunidades”, afirma. Prevenção é saída A prevenção é outro pilar fundamental para enfrentar os desafios climáticos. Erika Medici, CEO da Axa no Brasil, ressalta que “cada dólar investido em prevenção pode economizar até seis após a ocorrência de um desastre”. Ela cita como exemplo os furacões Katrina (2005) e Irma (2017) nos Estados Unidos, que, apesar de trajetórias semelhantes, tiveram impactos econômicos muito diferentes graças a melhorias nas medidas preventivas. “O setor de seguros tem um papel crucial na prevenção, no gerenciamento de risco e na conscientização”, reforça. Felipe Nascimento, CEO da Mapfre, complementa que a adaptação e a inovação nos produtos e serviços são essenciais para aumentar a resiliência do mercado e da sociedade. “Nossa preocupação é melhorar a previsibilidade, competir na prevenção e apresentar soluções técnicas e comerciais avançadas, além de apoiar os diversos setores da economia do país”, explica. Ele destaca a importância de identificar os níveis de vulnerabilidade para garantir sustentabilidade diante da nova realidade climática. O Brasil, detentor da maior biodiversidade do mundo, é um dos países mais vulneráveis aos efeitos do aquecimento global, que já ultrapassou o limite de 1,5°C estabelecido pelo Acordo de Paris. As consequências incluem ondas de calor prolongadas, chuvas intensas e concentradas, secas severas e eventos extremos fora de época, que afetam a produção agrícola, o abastecimento de água e a saúde da população. Especialistas alertam que, sem políticas eficazes de mitigação e adaptação, o país pode enfrentar um aumento médio de temperatura de até 4°C até o final deste século, com impactos ainda mais graves. A mobilização do setor privado, especialmente do mercado de seguros, junto a políticas públicas robustas, é fundamental para enfrentar essa crise climática e proteger vidas, patrimônios e o meio ambiente. Casa do Seguro Para enfrentar esses desafios, a CNseg criou a Casa do Seguro, projeto que tem como objetivo integrar o setor nas discussões sobre as mudanças climáticas A Casa do Seguro funcionará durante a COP30, a 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, que será realizada em novembro, em Belém (PA). Em uma iniciativa inédita, a Casa do Seguro fará conexão do mercado de seguros com outros setores econômicos, estimulando a convergência entre agentes públicos e privados, com ampla participação da sociedade civil. A agenda da Casa do Seguro estará focada no papel do setor na gestão de riscos climáticos e no financiamento de iniciativas sustentáveis. Na programação, destacam-se: debates e painéis temáticos; fóruns em parceria com entidades setoriais, organizações internacionais e contrapartes estrangeiras da CNseg; reuniões bilaterais; apresentação de produtos e serviços; e atividades culturais. Alguns eixos vão pautar a agenda da Casa do Seguro, como a proteção social e dos investimentos, as finanças sustentáveis, a infraestrutura resiliente, a inteligência climática, seguros & agronegócio, a descarbonização da frota brasileira e como os seguros podem auxiliar no desenvolvimento industrial mais sustentável. Para o presidente da CNseg, Dyogo Oliveira, o mercado segurador tem um papel de destaque na transição para uma economia mais verde e resiliente, e a atuação do setor na COP30 refletirá a importância de suas contribuições, em um cenário de agravamento das mudanças climáticas. “A Casa do Seguro será uma vitrine do nosso papel como facilitadores de inovação e mitigadores de riscos climáticos, reforçando nosso compromisso com o futuro sustentável do planeta. Esse projeto é o ponto alto de uma estratégia de posicionamento do setor segurador nas discussões climáticas que ganhou maior expressão a partir de 2023, na COP28, em Dubai, e estabelecerá um marco em Belém”, destaca. COMPARTILHE Mudanças climáticas desafiam previsibilidade, ampliam riscos e exigem inovação do setor seguros no Brasil • 01/07/2025 COP30: Setor de seguros assume papel estratégico na agenda climática da Amazônia • 26/06/2025 Do compromisso à prática: como as seguradoras podem ajudar a construir um futuro mais sustentável? • 24/06/2025 Plano de transformação ecológica do Brasil: avanços, desafios e o papel do mercado de seguros • 30/05/2025 Do Big Data à Inteligência Artificial: seguradoras aceleram inovação para enfrentar o clima imprevisível no Brasil • 13/05/2025 Casa do Seguro insere setor no centro das discussões sobre a crise climática • 08/05/2025 COP30: CNseg inicia Ciclo de Diálogos Institucionais da Casa do Seguro • 28/04/2025 Como as seguradoras atuam antes, durante e após uma tragédia climática? • 24/04/2025 Mudanças climáticas: quais são os desafios do setor de seguros? • 17/04/2025 Casa do Seguro marca posição do setor frente às mudanças climáticas, diz presidente da Allianz • 15/04/2025
Casa do Seguro marca posição do setor frente às mudanças climáticas, diz presidente da Allianz

15/04/2025 Executivo considera que o setor pode contribuir na conscientização dos riscos e fomentar investimentos em energias renováveis A Allianz Seguros apoia a Casa do Seguro, projeto criado pela CNseg (Confederação Nacional das Seguradoras) para inserir o setor de seguros nas discussões sobre as mudanças climáticas. Como plataforma de conteúdo e relacionamento empresarial, a Casa do Seguro vai funcionar durante a COP30, a 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, que será realizada em novembro, em Belém (PA). “A Casa do Seguro significa uma posição conjunta do mercado segurador frente às mudanças climáticas. Essa iniciativa norteia como o setor pode contribuir neste âmbito, por meio da conscientização sobre riscos, da valoração precisa das exposições e do fomento a investimentos sustentáveis, como energias renováveis”, afirma Eduard Folch, presidente da Allianz Seguros. O executivo considera que a Casa do Seguro será um marco para o diálogo e troca de experiências, além de uma oportunidade para o setor segurador demonstrar a sua contribuição para um mundo mais sustentável. “O seguro não é só um instrumento financeiro, mas sim um aliado na gestão de riscos, no incentivo à sustentabilidade e na reparação de perdas por eventos extremos”. Hub de seguros na COP 30 Iniciativa inédita no setor, a Casa do Seguro funcionará como um “Hub”, com conexões entre o mercado de seguros e os demais setores econômicos, estimulando a convergência entre agentes públicos e privados, com ampla participação da sociedade civil. A agenda da Casa do Seguro estará focada no papel do setor na gestão de riscos climáticos e no financiamento de iniciativas sustentáveis. Na programação, destacam-se: debates e painéis temáticos; fóruns em parceria com entidades setoriais, organizações internacionais e contrapartes estrangeiras da CNseg; reuniões bilaterais; apresentação de produtos e serviços; e atividades culturais. Alguns eixos vão pautar a agenda da Casa do Seguro, como a proteção social e dos investimentos, as finanças sustentáveis, a infraestrutura resiliente, a inteligência climática, seguros & agronegócio, a descarbonização da frota brasileira e como os seguros podem auxiliar no desenvolvimento industrial mais sustentável. Para o presidente da CNseg, Dyogo Oliveira, o mercado segurador tem um papel de destaque na transição para uma economia mais verde e resiliente, e a atuação do setor na COP30 refletirá a importância de suas contribuições, em um cenário de agravamento das mudanças climáticas. “A Casa do Seguro será uma vitrine do nosso papel como facilitadores de inovação e mitigadores de riscos climáticos, reforçando nosso compromisso com o futuro sustentável do planeta. Esse projeto é o ponto alto de uma estratégia de posicionamento do setor segurador nas discussões climáticas que ganhou maior expressão a partir de 2023, na COP28, em Dubai, e estabelecerá um marco em Belém”, destaca. COMPARTILHE Mudanças climáticas desafiam previsibilidade, ampliam riscos e exigem inovação do setor seguros no Brasil • 01/07/2025 COP30: Setor de seguros assume papel estratégico na agenda climática da Amazônia • 26/06/2025 Do compromisso à prática: como as seguradoras podem ajudar a construir um futuro mais sustentável? • 24/06/2025 Plano de transformação ecológica do Brasil: avanços, desafios e o papel do mercado de seguros • 30/05/2025 Do Big Data à Inteligência Artificial: seguradoras aceleram inovação para enfrentar o clima imprevisível no Brasil • 13/05/2025 Casa do Seguro insere setor no centro das discussões sobre a crise climática • 08/05/2025 COP30: CNseg inicia Ciclo de Diálogos Institucionais da Casa do Seguro • 28/04/2025 Como as seguradoras atuam antes, durante e após uma tragédia climática? • 24/04/2025 Mudanças climáticas: quais são os desafios do setor de seguros? • 17/04/2025 Casa do Seguro marca posição do setor frente às mudanças climáticas, diz presidente da Allianz • 15/04/2025
Casa do Seguro vai liderar discussões sobre papel do setor no debate sobre mudanças climáticas na COP30, avalia diretora da Tokio Marine

04/04/2025 Companhia considera que o mercado segurador pode contribuir na prevenção e na mitigação de riscos climáticos A Tokio Marine apoia a Casa do Seguro, projeto criado pela CNseg (Confederação Nacional das Seguradoras) para inserir o setor de seguros nas principais discussões sobre os riscos climáticos. Estruturada como plataforma de conteúdo e relacionamento empresarial, a Casa do Seguro vai funcionar durante a COP30, a 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, que será realizada em novembro, em Belém (PA). “A Tokio Marine acredita que se associar a esse evento histórico para o Brasil, com ampla repercussão nacional e internacional, é uma oportunidade de reforçar o compromisso da Seguradora com causas ESG, além de ampliar a exposição da marca e a visibilidade do setor de seguros como um todo, destacando sua importância na agenda climática”, afirma Luciana Amaral, diretora de pessoas, planejamento e sustentabilidade da Tokio Marine. Para a executiva, o mercado segurador tem função primordial na prevenção e na mitigação de riscos climáticos. “O nosso papel como seguradores é mostrar à população o papel social que o seguro tem na vida das pessoas, o que ficará evidente na Casa do Seguro”, complementa Luciana. Gestão de riscos climáticos Iniciativa inédita no setor, a Casa do Seguro funcionará como um “Hub”, com conexões entre o mercado de seguros e os demais setores econômicos, estimulando a convergência entre agentes públicos e privados, com ampla participação da sociedade civil. A agenda da Casa do Seguro estará focada no papel do setor na gestão de riscos climáticos e no financiamento de iniciativas sustentáveis. Na programação, destacam-se: debates e painéis temáticos; fóruns em parceria com entidades setoriais, organizações internacionais e contrapartes estrangeiras da CNseg; reuniões bilaterais; apresentação de produtos e serviços; e atividades culturais. Alguns eixos vão pautar a agenda da Casa do Seguro, como a proteção social e dos investimentos, as finanças sustentáveis, a infraestrutura resiliente, a inteligência climática, seguros & agronegócio, a descarbonização da frota brasileira e como os seguros podem auxiliar no desenvolvimento industrial mais sustentável. Para o presidente da CNseg, Dyogo Oliveira, o mercado segurador tem um papel de destaque na transição para uma economia mais verde e resiliente, e a atuação do setor na COP30 refletirá a importância de suas contribuições, em um cenário de agravamento das mudanças climáticas. “A Casa do Seguro será uma vitrine do nosso papel como facilitadores de inovação e mitigadores de riscos climáticos, reforçando nosso compromisso com o futuro sustentável do planeta. Esse projeto é o ponto alto de uma estratégia de posicionamento do setor segurador nas discussões climáticas que ganhou maior expressão a partir de 2023, na COP28, em Dubai, e estabelecerá um marco em Belém”, destaca. COMPARTILHE Mudanças climáticas desafiam previsibilidade, ampliam riscos e exigem inovação do setor seguros no Brasil • 01/07/2025 COP30: Setor de seguros assume papel estratégico na agenda climática da Amazônia • 26/06/2025 Do compromisso à prática: como as seguradoras podem ajudar a construir um futuro mais sustentável? • 24/06/2025 Plano de transformação ecológica do Brasil: avanços, desafios e o papel do mercado de seguros • 30/05/2025 Do Big Data à Inteligência Artificial: seguradoras aceleram inovação para enfrentar o clima imprevisível no Brasil • 13/05/2025 Casa do Seguro insere setor no centro das discussões sobre a crise climática • 08/05/2025 COP30: CNseg inicia Ciclo de Diálogos Institucionais da Casa do Seguro • 28/04/2025 Como as seguradoras atuam antes, durante e após uma tragédia climática? • 24/04/2025 Mudanças climáticas: quais são os desafios do setor de seguros? • 17/04/2025 Casa do Seguro marca posição do setor frente às mudanças climáticas, diz presidente da Allianz • 15/04/2025