Mercado segurador tem papel fundamental para o debate climático, diz CEO da MAPFRE

02/04/2025 Felipe Nascimento avalia que iniciativa contribui com a sustentabilidade e a governança climática A seguradora MAPFRE apoia a Casa do Seguro, projeto criado pela CNseg (Confederação Nacional das Seguradoras) para inserir o setor de seguros nas principais discussões sobre as mudanças climáticas no Brasil. Estruturada como plataforma de conteúdo e relacionamento empresarial, a Casa do Seguro vai funcionar durante a COP30, a 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, que será realizada em novembro, em Belém (PA). “Como um dos setores mais importantes da economia brasileira, o mercado segurador tem papel fundamental para o contexto das mudanças climáticas”. diz Felipe Nascimento, CEO da MAPFRE. “Somos especialistas em riscos e precisamos estar à frente na avaliação desses riscos, ajudando na prevenção, na pesquisa e no melhor atendimento da sociedade em relação às mudanças climáticas”, comenta o executivo. Ele avalia que a Casa do Seguro vai consolidar esse posicionamento. “A MAPFRE apoia essa iniciativa buscando contribuir com os debates e fortalecendo o seu compromisso com a sustentabilidade e a governança climática”, salienta. De acordo com o executivo, a escolha de Belém coloca o Brasil como “ator central” nas discussões climáticas internacionais e é uma oportunidade única para a Amazônia figurar no centro das discussões globais sobre mudanças climáticas ao mesmo tempo em que promove a justiça social e o desenvolvimento sustentável. Setor conectado Iniciativa inédita no setor, a Casa do Seguro funcionará como um “hub”, com conexões entre o mercado de seguros e os demais setores econômicos, estimulando a convergência entre agentes públicos e privados, com ampla participação da sociedade civil. A agenda da Casa do Seguro estará focada no papel do setor na gestão de riscos climáticos e no financiamento de iniciativas sustentáveis. Na programação, destacam-se: debates e painéis temáticos; fóruns em parceria com entidades setoriais, organizações internacionais e contrapartes estrangeiras da CNseg; reuniões bilaterais; apresentação de produtos e serviços; e atividades culturais.   Alguns eixos vão pautar a agenda da Casa do Seguro, como a proteção social e dos investimentos, as finanças sustentáveis, a infraestrutura resiliente, a inteligência climática, seguros & agronegócio, a descarbonização da frota brasileira e como os seguros podem auxiliar no desenvolvimento industrial mais sustentável. Para o presidente da CNseg, Dyogo Oliveira, o mercado segurador tem um papel de destaque na transição para uma economia mais verde e resiliente, e a atuação do setor na COP30 refletirá a importância de suas contribuições, em um cenário de agravamento das mudanças climáticas. “A Casa do Seguro será uma vitrine do nosso papel como facilitadores de inovação e mitigadores de riscos climáticos, reforçando nosso compromisso com o futuro sustentável do planeta. Esse projeto é o ponto alto de uma estratégia de posicionamento do setor segurador nas discussões climáticas que ganhou maior expressão a partir de 2023, na COP28, em Dubai, e estabelecerá um marco em Belém”, destaca. COMPARTILHE Mudanças climáticas desafiam previsibilidade, ampliam riscos e exigem inovação do setor seguros no Brasil • 01/07/2025 COP30: Setor de seguros assume papel estratégico na agenda climática da Amazônia • 26/06/2025 Do compromisso à prática: como as seguradoras podem ajudar a construir um futuro mais sustentável? • 24/06/2025 Plano de transformação ecológica do Brasil: avanços, desafios e o papel do mercado de seguros • 30/05/2025 Do Big Data à Inteligência Artificial: seguradoras aceleram inovação para enfrentar o clima imprevisível no Brasil • 13/05/2025 Casa do Seguro insere setor no centro das discussões sobre a crise climática • 08/05/2025 COP30: CNseg inicia Ciclo de Diálogos Institucionais da Casa do Seguro • 28/04/2025 Como as seguradoras atuam antes, durante e após uma tragédia climática? • 24/04/2025 Mudanças climáticas: quais são os desafios do setor de seguros? • 17/04/2025 Casa do Seguro marca posição do setor frente às mudanças climáticas, diz presidente da Allianz • 15/04/2025

COP30: CNseg lança site da Casa do Seguro

31/03/2025 Inscrições para visitação e atividades serão realizadas pelo endereço eletrônico do projeto A Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) lança nesta segunda-feira, 31, o site oficial da Casa do Seguro. O casadoseguro.org.br é a principal fonte de informações sobre as atividades e iniciativas do setor segurador durante a 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30), que ocorrerá entre novembro e dezembro deste ano, em Belém, Pará.​  Com a publicação do site oficial, a CNseg reforça seu compromisso em promover a sustentabilidade e engajar o setor de seguros nas discussões globais sobre mudanças climáticas, facilitando o acesso a informações e incentivando a participação ativa de diversos stakeholders na Casa do Seguro durante a COP30.​  Por meio do site, será possível fazer o agendamento gratuito de visitas e inscrições nas atividades. Ele também fornecerá detalhes sobre a programação, informações sobre os empoderadores, empresas que apoiam a iniciativa e que indicarão executivos para participarem das diversas ações executadas na Casa.  Os empoderadores da Casa do Seguro são Allianz, AXA, MAPFRE, Porto, Prudential e Tokio Marine.  A Casa do Seguro é uma iniciativa da CNseg que visa posicionar o setor de seguros como um ator fundamental na busca por soluções relacionadas às mudanças climáticas. Durante a COP30, o espaço promoverá debates, painéis temáticos, fóruns multissetoriais, reuniões bilaterais, além de apresentações culturais.  Para o presidente da CNseg, Dyogo Oliveira, o mercado segurador tem um papel de destaque na transição para uma economia mais verde e resiliente, e a atuação do setor na COP30 refletirá a importância de suas contribuições, em um cenário de agravamento das mudanças climáticas. “A Casa do Seguro será uma vitrine do nosso papel como facilitadores de inovação e mitigadores de riscos climáticos, reforçando nosso compromisso com o futuro sustentável do planeta. Esse projeto é o ponto alto de uma estratégia de posicionamento do setor segurador nas discussões climáticas que ganhou maior expressão a partir de 2023, na COP28, em Dubai, e estabelecerá um marco em Belém”, destaca. A Casa do Seguro funcionará durante toda a Conferência do Clima, de 10 a 21 de novembro de 2025, na Travessa Alferes Costa, 2828, no bairro Pedreira, em Belém. O espaço contará com 1,6 mil m² de área útil, incluindo uma plenária com 100 lugares, seis salas de reunião, business lounges, estúdio para gravação de podcasts, sala de imprensa, espaço de convivência e área para exposições artísticas e apresentações culturais. ​ O conceito foi fundado nas bases dos selos Evento Neutro e Resíduo Zero e no consumo de energia eficiente, além de contar com cenografia sustentável.  Sobre a Casa do Seguro A Casa do Seguro está situada em local muito próximo ao espaço oficial da COP30. Além da programação de conteúdo, promoverá iniciativas de responsabilidade social, prestigiando a economia e a mão de obra locais. O projeto é ambientalmente responsável e foi desenvolvido dentro dos conceitos de evento neutro e resíduo zero, prevendo ainda uso eficiente de água e energia. Com o apoio de seus empoderadores – Allianz, AXA, MAPFRE, Porto, Prudential e Tokio Marine –  a Casa funcionará em 1,6 mil m² de área útil, acomodando plenária com 100 lugares, seis salas de reunião, business lounges, estúdio para gravação de podcasts, sala de imprensa, espaço de convivência e área para exposições artísticas e apresentações culturais.  Mudanças climáticas desafiam previsibilidade, ampliam riscos e exigem inovação do setor seguros no Brasil • 01/07/2025 COP30: Setor de seguros assume papel estratégico na agenda climática da Amazônia • 26/06/2025 Do compromisso à prática: como as seguradoras podem ajudar a construir um futuro mais sustentável? • 24/06/2025 Plano de transformação ecológica do Brasil: avanços, desafios e o papel do mercado de seguros • 30/05/2025 Do Big Data à Inteligência Artificial: seguradoras aceleram inovação para enfrentar o clima imprevisível no Brasil • 13/05/2025 Casa do Seguro insere setor no centro das discussões sobre a crise climática • 08/05/2025 COP30: CNseg inicia Ciclo de Diálogos Institucionais da Casa do Seguro • 28/04/2025 Como as seguradoras atuam antes, durante e após uma tragédia climática? • 24/04/2025 Mudanças climáticas: quais são os desafios do setor de seguros? • 17/04/2025 Casa do Seguro marca posição do setor frente às mudanças climáticas, diz presidente da Allianz • 15/04/2025

Fórum aponta setor de seguros comprometido com a sustentabilidade e desenvolvimento econômico do país.

24/03/2025 Na abertura do CB Fórum: Alavancas de Crescimento Econômico: perspectivas e diálogo entre os setores de seguros e franquias, realizado nesta quinta-feira (13), em Brasília (DF), o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, destacou que o setor “tem assumido um papel estratégico, tornando-se um agente indutor de práticas sustentáveis e um aliado fundamental para o desenvolvimento econômico responsável”.  “As seguradoras têm utilizado critérios em ESG (Environmental, Social and Governance) como filtro decisivo para aceitação de riscos, podendo demandar planos de contingenciamento e dispositivos de integração de tantos ambientais, exigências que vão além das normas legais para a renovação de contratos. Na prática, o setor atua em duas frentes principais como protetor contra riscos climáticos e como promotor de inclusão social”, afirmou o ministro do STF. Nesse sentido, o presidente da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), Dyogo Oliveira, destacou que a fala do ministro vai de encontro às iniciativas que o setor já vem atuando, principalmente para mitigar riscos climáticos.  “Nós temos um desenvolvido lá na Confederação um hub de dados climáticos para ajudar o setor a avaliar o risco e poder oferecer seguro, também, para problemas envolvendo o clima. Estamos trabalhando com o governo a respeito de seguro para a infraestrutura brasileira. Inclusive, vemos trabalhando numa proposta de seguro social contra a catástrofe. Vários países já desenvolveram programas desse tipo, como o México, o Chile, o Peru, o Japão tem, todos os países que estão mais suscetíveis a catástrofe climática, desenvolveram um programa de seguro. Então o Brasil também precisa desenvolver isso”, lembrou. O superintendente de Seguros Privados (Susep), Alessandro Octaviani, ressaltou também sobre a importância dos temas que envolvem o desenvolvimento sustentável para o setor de seguros. Para ele, iniciativas como garantir melhor acesso de produtores ao seguro rural, em virtude das mudanças climáticas e promover mecanismos de assegurar direito de ressarcimento dos bens das famílias em catástrofes ambientais, são ações prioritárias para todos envolvidos no setor. Debatendo também sobre o tema da sustentabilidade e desenvolvimento, a CEO da Prudential do Brasil, Patrícia Freitas, mencionou durante o evento que a pauta de seguros e franquias teve a oportunidade de demonstrar toda sua atuação. Para ela estes setores além de impulsionar a economia oferecem oportunidades que vão desde mitigar riscos diversos a melhorar a renda da população.  Atuação jurídica no setor para transformação social Também integrando como painelista do “CB Fórum: Alavancas de Crescimento Econômico: perspectivas e diálogo entre os setores de seguros e franquias”, realizado pelo jornal Correio Braziliense com apoio da Prudential e CNseg, a diretora jurídica da CNseg, Glauce Carvalhal, informou sobre as mudanças de leis que norteiam o mercado de seguros no país.  Durante o encontro ela pontuou as principais legislações que impactam o setor e debateu sobre transformações regulatórias que promovem a segurança jurídica para consumidores e seguradoras. “O Brasil passou por uma série de transformações, muitas delas até ocasionadas por fatos mundiais, como a pandemia, transformações tecnológicas, relações familiares e sociais, uma sociedade muito mais atenta aos princípios de sustentabilidade e diversidade. O seguro esteve atento e atuante em cada uma destas mudanças”, afirmou. Confira abaixo o seminário na íntegra COMPARTILHE Mudanças climáticas desafiam previsibilidade, ampliam riscos e exigem inovação do setor seguros no Brasil • 01/07/2025 COP30: Setor de seguros assume papel estratégico na agenda climática da Amazônia • 26/06/2025 Do compromisso à prática: como as seguradoras podem ajudar a construir um futuro mais sustentável? • 24/06/2025 Plano de transformação ecológica do Brasil: avanços, desafios e o papel do mercado de seguros • 30/05/2025 Do Big Data à Inteligência Artificial: seguradoras aceleram inovação para enfrentar o clima imprevisível no Brasil • 13/05/2025 Casa do Seguro insere setor no centro das discussões sobre a crise climática • 08/05/2025 COP30: CNseg inicia Ciclo de Diálogos Institucionais da Casa do Seguro • 28/04/2025 Como as seguradoras atuam antes, durante e após uma tragédia climática? • 24/04/2025 Mudanças climáticas: quais são os desafios do setor de seguros? • 17/04/2025 Casa do Seguro marca posição do setor frente às mudanças climáticas, diz presidente da Allianz • 15/04/2025

Conheça os primeiros empoderadores da Casa do Seguro da CNseg

17/03/2025 Espaço do setor segurador na COP30, em Belém, vai promover discussões sobre agenda do clima e terá keynote speaker internacional A CNseg anuncia os seis primeiros empoderadores da Casa do Seguro, projeto inovador pensado para posicionar o setor segurador como ator fundamental na oferta de soluções para o enfrentamento da transição climática.  Como plataforma de conteúdo e relacionamento empresarial, a Casa do Seguro vai funcionar durante toda a COP30, a 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, em novembro, em Belém.   Estarão na Casa do Seguro: Allianz AXA MAPFRE Porto Prudential Tokio Marine   A iniciativa é inédita no setor e favorecerá a conexão do mercado de seguros com outros setores econômicos, estimulando a convergência entre agentes públicos e privados, com ampla participação da sociedade civil. A agenda da Casa do Seguro estará focada no papel do setor na gestão de riscos climáticos e no financiamento de iniciativas sustentáveis.  Na programação, destacam-se debates e painéis temáticos; fóruns em parceria com entidades setoriais, organizações internacionais e contrapartes estrangeiras da CNseg; reuniões bilaterais; apresentação de produtos e serviços; e atividades culturais. Alguns dos eixos que pautam a agenda da Casa do Seguro são: proteção social e de investimentos, finanças sustentáveis, infraestrutura resiliente, inteligência climática, seguros & agronegócio, descarbonização da frota brasileira e seguros para o desenvolvimento industrial sustentável. Para o presidente da CNseg, Dyogo Oliveira, o mercado segurador tem um papel de destaque na transição para uma economia mais verde e resiliente, e a atuação do setor na COP30 refletirá a importância de suas contribuições, em um cenário de agravamento das mudanças climáticas. “A Casa do Seguro será uma vitrine do nosso papel como facilitadores de inovação e mitigadores de riscos climáticos, reforçando nosso compromisso com o futuro sustentável do planeta. Esse projeto é o ponto alto de uma estratégia de posicionamento do setor segurador nas discussões climáticas que ganhou maior expressão a partir de 2023, na COP28, em Dubai, e estabelecerá um marco em Belém”, destaca. Sobre a Casa do Seguro A Casa do Seguro está situada em local muito próximo ao espaço oficial da COP30. Além da programação de conteúdo, promoverá iniciativas de responsabilidade social, prestigiando a economia e a mão de obra locais. O projeto é ambientalmente responsável e foi desenvolvido dentro dos conceitos de evento neutro e resíduo zero, prevendo ainda uso eficiente de água e energia. Com o apoio de seus empoderadores – Allianz, AXA, MAPFRE, Porto, Prudential e Tokio Marine –  a Casa funcionará em 1,6 mil m² de área útil, acomodando plenária com 100 lugares, seis salas de reunião, business lounges, estúdio para gravação de podcasts, sala de imprensa, espaço de convivência e área para exposições artísticas e apresentações culturais.  COMPARTILHE Mudanças climáticas desafiam previsibilidade, ampliam riscos e exigem inovação do setor seguros no Brasil • 01/07/2025 COP30: Setor de seguros assume papel estratégico na agenda climática da Amazônia • 26/06/2025 Do compromisso à prática: como as seguradoras podem ajudar a construir um futuro mais sustentável? • 24/06/2025 Plano de transformação ecológica do Brasil: avanços, desafios e o papel do mercado de seguros • 30/05/2025 Do Big Data à Inteligência Artificial: seguradoras aceleram inovação para enfrentar o clima imprevisível no Brasil • 13/05/2025 Casa do Seguro insere setor no centro das discussões sobre a crise climática • 08/05/2025 COP30: CNseg inicia Ciclo de Diálogos Institucionais da Casa do Seguro • 28/04/2025 Como as seguradoras atuam antes, durante e após uma tragédia climática? • 24/04/2025 Mudanças climáticas: quais são os desafios do setor de seguros? • 17/04/2025 Casa do Seguro marca posição do setor frente às mudanças climáticas, diz presidente da Allianz • 15/04/2025

Setor segurador tem papel fundamental para enfrentamento das mudanças climáticas

14/02/2025 Ao participar do painel “Finanças Climáticas”, do seminário “Rumos 2025 (O Brasil que teremos e o Brasil que queremos)”, organizado pelo jornal Valor nesta segunda-feira, em São Paulo, o presidente da CNseg, Dyogo Oliveira, apresentou um diagnóstico sobre saídas possíveis para conter a crise ambiental e como financiá-la a partir das soluções do mercado segurador. Dyogo Oliveira assinalou que os impactos e severidade dos eventos climáticos são cada vez maiores, ao passo que o gap de proteção permanece elevado, mundialmente. Lembrando que o mercado segurador brasileiro acompanha a evolução das mudanças climáticas desde a década de 70 – “não por altruísmo, mas sim por preocupação com seus impactos financeiros” em sua cadeia de valor – o presidente da CNseg destacou que, no prazo dos últimos 10 anos, as perdas geradas por eventos climáticos (enchentes, secas, geadas, vendavais etc.) superaram, em nove anos, a casa dos US$ 300 bilhões anuais em perdas econômicas no mundo, cabendo ao mercado segurador global responder por 40% desse total. Só no ano passado, os prejuízos alcançaram US$ 368 bilhões no mundo. Nos últimos 10 anos, as perdas econômicas permanecem 14% acima da média histórica, o que confirma que os eventos climáticos estão não só mais frequentes quanto também mais severos em seus impactos. Só as enchentes do Rio Grande do Sul de 2024 geraram perdas econômicas de mais de R$ 100 bilhões, das quais R$ 6 bilhões indenizados pelas seguradoras. “Gostaríamos de ser mais acionados porque a sociedade estaria mais protegida”, afirmou ele, chamando a atenção para o enorme gap de proteção. Nos últimos 10 anos, perdas causadas por incidentes climáticos no país somam R$ 320 bilhões, 90% afetando atividades agrícolas. São eventos que, ao contrário das enchentes nas cidades, passam meio despercebidos pela mídia, como secas, geadas prolongadas, mas causam perdas onerosas. “A falta de aderência aos seguros ainda é nosso problema mais sério e não a falta de produtos, porque nosso nível de riscos é ainda bem abaixo de outras regiões do planeta, como a Califórnia, por exemplo.   “O setor de seguros do País tem capacidade de absorver esses riscos, mas precisa haver muito cuidado na regulação para evitar erros, como ocorridos nos Estados Unidos – na Califórnia, o governo substitui as seguradoras privadas por públicas e tabelou os prêmios, provocando fuga das companhias do seguro residencial”, disse Dyogo Oliveira. Esse painel contou também com a participação da secretária Nacional de Planejamento do Ministério do Planejamento e Orçamento, Virgínia de Ângelis. Ela relatou o andamento de estudos no seu ministério para avaliar os efeitos da crise climática no PIB, na geração de empregos e em setores estratégicos como agricultura, energia, entre outros, além de recursos da ordem de R$ 32 bilhões para ações direcionadas ao clima. Outros participantes foram Denise Hills, especialista em sustentabilidade, Gustavo Pinheiro, associado sênior do think tank de diplomacia climática E3G, e Edvaldo Santana, especialista em energia. COMPARTILHE Mudanças climáticas desafiam previsibilidade, ampliam riscos e exigem inovação do setor seguros no Brasil • 01/07/2025 COP30: Setor de seguros assume papel estratégico na agenda climática da Amazônia • 26/06/2025 Do compromisso à prática: como as seguradoras podem ajudar a construir um futuro mais sustentável? • 24/06/2025 Plano de transformação ecológica do Brasil: avanços, desafios e o papel do mercado de seguros • 30/05/2025 Do Big Data à Inteligência Artificial: seguradoras aceleram inovação para enfrentar o clima imprevisível no Brasil • 13/05/2025 Casa do Seguro insere setor no centro das discussões sobre a crise climática • 08/05/2025 COP30: CNseg inicia Ciclo de Diálogos Institucionais da Casa do Seguro • 28/04/2025 Como as seguradoras atuam antes, durante e após uma tragédia climática? • 24/04/2025 Mudanças climáticas: quais são os desafios do setor de seguros? • 17/04/2025 Casa do Seguro marca posição do setor frente às mudanças climáticas, diz presidente da Allianz • 15/04/2025

CNseg apresenta iniciativas do setor segurador ao ministro de Relações Institucionais

07/02/2025 Encontro foi o terceiro com o alto escalão do governo federal em uma semana. Com o objetivo de aproximar do setor segurador do governo federal, o presidente da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), Dyogo Oliveira, apresentou nesta quinta-feira (6/2), ao ministro de Relações Institucionais, Alexandre Padilha, uma série de iniciativas que podem auxiliar o governo nas diversas pautas políticas a serem discutidas durante o ano no país. A reunião, realizada na quinta-feira é a terceira em apenas uma semana em que a Confederação esteve com ministro de Estado. No encontro, realizado no Palácio do Planalto, em Brasília (DF), o presidente da CNseg, levou ao conhecimento do ministro os principais números do mercado, a importância do setor, que é um ator relevante de aprimoramento de políticas públicas, que possui produtos importantes para mitigação de riscos climáticos e para o desenvolvimento socioeconômico do país.  Entre as pautas apresentadas, Dyogo ressaltou principalmente as ações do setor para diminuir riscos causados pelas mudanças climáticas, destacando a criação de amparo financeiro para vítimas de desastres provocados por inundações e desmoronamentos, o seguro social catástrofe.  “Estamos fazendo um grande esforço e investimento nas questões relacionadas à mudança climática, pois a cada enchente, incêndio, terremoto, o setor é o primeiro a ser acionado, e temos que estar atentos”, destacou. Outros temas também foram apresentados ao ministro Padilha, como o aprimoramento do seguro rural, destacando o diálogo com o governo federal para auxiliar em propostas que possam melhorar o Programa de Subvenção do Seguro Rural (PSR). Também foi apontado ao chefe da pasta ministerial a importância de incorporar o seguro em empreendimentos públicos diversos. Ele lembra que o Tribunal de Contas da União (TCU) fez uma análise entre 2023 e 2024 indicando que 21 mil obras públicas existentes no país, 8.603 estão paralisadas. Participaram do encontro o diretor de relações institucionais da CNseg, Esteves Colnago, junto a superintendente de relacionamento com o Executivo, Laíne Meira e demais representantes do gabinete do ministro.   Agendas com Fazenda e Meio Ambiente Ao longo dos últimos dias, a CNseg esteve ainda com o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, e a ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, apresentando dados do mercado segurador e destacando como o setor pode contribuir com as políticas públicas de cada Pasta. Além das soluções para mitigação de riscos climáticos, no encontro com o ministro Haddad, Dyogo Oliveira reforçou a necessidade de ampliação da oferta de seguro rural para o produtor, a importância de estimular o seguro de crédito como forma de aumentar as garantias e mitigar o risco para o consumidor.  Hoje, o seguro rural tem pouca inserção devido à baixa subvenção do governo e quando há quebra de safra, como temos visto nos últimos anos, o prejuízo para o produtor é enorme, defendeu o presidente da CNseg. “O setor segurador tem um enorme interesse em debater esse tema para expandir a cobertura da área plantada no Brasil”, afirmou.  O presidente da CNseg também defendeu à Fazenda que o Tesouro Nacional fizesse a emissão doméstica de green bonds garantindo que há demanda desse produto pelas Seguradoras. “Foi um encontro muito produtivo e que deixou uma lição de casa para fazer a partir desta conversa”, concluiu. No encontro com a ministra Marina Silva, o presidente da CNseg ressaltou o papel do setor segurador como um importante aliado do Ministério no enfrentamento e mitigação dos riscos climáticos. Na pauta da reunião, foram destacados os estudos que a Confederação está realizando para melhorar o banco de dados sobre localidades onde os incidentes climáticos se dão com mais frequência, além da proposta encabeçada pelo setor de um seguro social contra catástrofe.  “A gente já tem capacidade de criar esse conhecimento, incorporar essas análises e continuar oferecendo o seguro para todo o país. Mas temos que trabalhar muito o conhecimento sobre os incidentes que acontecem no país. Além disso, o setor é importante e pode ser uma parte da solução [para mitigação climática]. Inclusive, estamos com uma proposta política dentro da agenda do seguro social de catástrofes. O Brasil hoje tem uma reação às catástrofes bastante frágil, bem debilitada e cara, e ao final não atende as pessoas, não atende a infraestrutura e não resolve o problema”, afirmou Dyogo.   COP 30  O ministro Alexandre Padilha recebeu com entusiasmo as informações de que a CNseg terá uma participação robusta durante a 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas – COP 30.  Dyogo Oliveira apresentou o projeto da Casa do Seguro, que será instalada em Belém (PA), e deixou o convite para que representantes do governo possam participar dos eventos e seminários que farão parte da extensa agenda prevista durante a COP30, em novembro. COMPARTILHE Mudanças climáticas desafiam previsibilidade, ampliam riscos e exigem inovação do setor seguros no Brasil • 01/07/2025 COP30: Setor de seguros assume papel estratégico na agenda climática da Amazônia • 26/06/2025 Do compromisso à prática: como as seguradoras podem ajudar a construir um futuro mais sustentável? • 24/06/2025 Plano de transformação ecológica do Brasil: avanços, desafios e o papel do mercado de seguros • 30/05/2025 Do Big Data à Inteligência Artificial: seguradoras aceleram inovação para enfrentar o clima imprevisível no Brasil • 13/05/2025 Casa do Seguro insere setor no centro das discussões sobre a crise climática • 08/05/2025 COP30: CNseg inicia Ciclo de Diálogos Institucionais da Casa do Seguro • 28/04/2025 Como as seguradoras atuam antes, durante e após uma tragédia climática? • 24/04/2025 Mudanças climáticas: quais são os desafios do setor de seguros? • 17/04/2025 Casa do Seguro marca posição do setor frente às mudanças climáticas, diz presidente da Allianz • 15/04/2025

CNseg apresenta projetos do setor segurador para mitigação de riscos climáticos à ministra Marina Silva

07/02/2025 O setor segurador pode ser um importante aliado do Ministério de Meio Ambiente e Mudanças Climáticas (MMA) no enfrentamento e mitigação dos riscos climáticos, afirmou a ministra Marina Silva em reunião nesta segunda-feira, 3 de fevereiro, em Brasília, com o presidente da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), Dyogo Oliveira. Na reunião, entre os temas apresentados pela CNseg, Dyogo destacou os estudos que a Confederação está realizando para melhorar o banco de dados sobre localidades onde os incidentes climáticos se dão com mais frequência, além da proposta encabeçada pelo setor de um seguro social contra catástrofe.  “A gente já tem capacidade de criar esse conhecimento, incorporar essas análises e continuar oferecendo o seguro para todo o país. Mas temos que trabalhar muito o conhecimento sobre os incidentes que acontecem no país. Além disso, o setor é importante e pode ser uma parte da solução [para mitigação climática]. Inclusive, estamos com uma proposta política dentro da agenda do seguro social de catástrofes. O Brasil hoje tem uma reação às catástrofes bastante frágil, bem debilitada e cara, e ao final não atende as pessoas, não atende a infraestrutura e não resolve o problema”, afirmou. Para a ministra, o governo federal vem dialogando com diversos atores do setor produtivo para somar esforços para diminuição dos frequentes problemas causados pelas mudanças climáticas. Segundo Marina Silva, iniciativas como as apresentadas pelo setor segurador podem auxiliar, haja vista que a Pasta vem trabalhando para a criação de um novo marco legal para emergência climática, que deve reunir diversos esforços interinstitucionais para mapear regiões que são frequentemente atingidas por incidentes climáticos. Na reunião, que contou com a presença do secretário-executivo do MMA, João Paulo Capobianco, também estiveram presentes o diretor de relações institucionais da CNseg, Esteves Colnago, o diretor interino de Sustentabilidade, Alexandre Leal e do superintendente executivo de Gabinete, Gustavo Brum e demais representantes do gabinete ministerial. COP 30 Durante o encontro também houve espaço para a apresentar à ministra as iniciativas da CNseg durante a 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas – COP 30, onde foi apresentada a “Casa do Seguro”, que será instalada em Belém (PA).  O projeto inovador faz parte da estratégia da CNseg de posicionar o setor como um ator fundamental na busca de soluções para os problemas relacionados ao clima. A Casa promoverá a conexão empresarial do mercado de seguros com outros setores econômicos e será um ponto de convergência para discussões sobre o papel do mercado segurador na gestão de riscos climáticos e no financiamento de iniciativas sustentáveis e conectará agentes públicos, privados e da sociedade civil.  COMPARTILHE Mudanças climáticas desafiam previsibilidade, ampliam riscos e exigem inovação do setor seguros no Brasil • 01/07/2025 COP30: Setor de seguros assume papel estratégico na agenda climática da Amazônia • 26/06/2025 Do compromisso à prática: como as seguradoras podem ajudar a construir um futuro mais sustentável? • 24/06/2025 Plano de transformação ecológica do Brasil: avanços, desafios e o papel do mercado de seguros • 30/05/2025 Do Big Data à Inteligência Artificial: seguradoras aceleram inovação para enfrentar o clima imprevisível no Brasil • 13/05/2025 Casa do Seguro insere setor no centro das discussões sobre a crise climática • 08/05/2025 COP30: CNseg inicia Ciclo de Diálogos Institucionais da Casa do Seguro • 28/04/2025 Como as seguradoras atuam antes, durante e após uma tragédia climática? • 24/04/2025 Mudanças climáticas: quais são os desafios do setor de seguros? • 17/04/2025 Casa do Seguro marca posição do setor frente às mudanças climáticas, diz presidente da Allianz • 15/04/2025

CNseg lança a Casa do Seguro para a COP30, em Belém

12/12/2024 Espaço vai promover discussões sobre agenda do clima e terá keynote speaker internacional. Com o compromisso de apresentar soluções de seguros pensadas para a mitigação dos efeitos da transição climática e servir como uma plataforma para a promoção da agenda climática no setor, a Confederação Nacional das Seguradoras anuncia a Casa do Seguro. O projeto inovador faz parte da agenda da CNseg de posicionar o setor como um ator fundamental na busca de soluções para os problemas relacionados ao clima durante a 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, em novembro, em Belém.   A Casa promoverá a conexão empresarial do mercado de seguros com outros setores econômicos e será um ponto de convergência para discussões sobre o papel do mercado segurador na gestão de riscos climáticos e no financiamento de iniciativas sustentáveis e conectará agentes públicos, privados e da sociedade civil.  Dentre as atividades promovidas na Casa, destacam-se os debates e painéis temáticos do setor de seguros; os fóruns multissetoriais, em parceria com organizações e entidades setoriais; as reuniões bilaterais; a demonstração de produtos e serviços; e apresentações culturais. Em comum, elas atuarão nos sete eixos temáticos: proteção social e de investimentos, finanças sustentáveis, infraestrutura resiliente, inteligência climática, seguros & agronegócio, seguros na expansão da frota verde brasileira e seguros para o desenvolvimento industrial sustentável. A Casa do Seguro terá 1,6 mil m² de área útil, divididos entre plenária com 100 lugares, seis salas de reunião, business lounges, estúdio para gravação de podcasts, sala de imprensa, espaço de convivência e área para exposições artísticas e apresentações culturais.  A iniciativa também refletirá o compromisso da CNseg com a sustentabilidade e a governança climática. Seu conceito foi fundado nas bases dos selos Evento Neutro e Resíduo Zero e no consumo de energia eficiente, além de contar com cenografia sustentável. O espaço também promoverá iniciativas de responsabilidade social com a comunidade local e utilizará mão de obra local e inclusiva. Para o presidente da CNseg, o mercado segurador é um agente-chave na transição para uma economia mais verde e resiliente. “A Casa do Seguro será uma vitrine do nosso papel como facilitadores de inovação e mitigadores de riscos climáticos, reforçando nosso compromisso com o futuro sustentável do planeta”, destaca. A COP30 reunirá líderes mundiais, organizações internacionais e a sociedade civil para discutir os próximos passos no enfrentamento da crise climática global. A Conferência representa uma oportunidade histórica para o Brasil reafirmar seu papel de liderança nas negociações sobre mudanças climáticas e sustentabilidade global. “A Casa do Seguro promete ser uma das iniciativas mais emblemáticas do evento, colocando o Brasil e o mercado segurador no centro das soluções para os desafios do século XXI”, disse Dyogo Oliveira. COMPARTILHE Mudanças climáticas desafiam previsibilidade, ampliam riscos e exigem inovação do setor seguros no Brasil • 01/07/2025 COP30: Setor de seguros assume papel estratégico na agenda climática da Amazônia • 26/06/2025 Do compromisso à prática: como as seguradoras podem ajudar a construir um futuro mais sustentável? • 24/06/2025 Plano de transformação ecológica do Brasil: avanços, desafios e o papel do mercado de seguros • 30/05/2025 Do Big Data à Inteligência Artificial: seguradoras aceleram inovação para enfrentar o clima imprevisível no Brasil • 13/05/2025 Casa do Seguro insere setor no centro das discussões sobre a crise climática • 08/05/2025 COP30: CNseg inicia Ciclo de Diálogos Institucionais da Casa do Seguro • 28/04/2025 Como as seguradoras atuam antes, durante e após uma tragédia climática? • 24/04/2025 Mudanças climáticas: quais são os desafios do setor de seguros? • 17/04/2025 Casa do Seguro marca posição do setor frente às mudanças climáticas, diz presidente da Allianz • 15/04/2025