Sustentabilidade vira eixo estratégico e reposiciona seguradoras na agenda climática
A sustentabilidade deixou de ser tema periférico e tornou-se eixo estratégico para seguradoras e instituições financeiras. Essa foi a avaliação dos participantes dos painéis promovidos pela Porto na manhã desta segunda-feira (17), na Casa do Seguro, a embaixada do seguro na COP30. O consenso foi que o setor pode acelerar a transição para uma economia de baixo carbono, fortalecer a adaptação climática e apoiar políticas públicas que tornem as soluções resilientes mais acessíveis.
Como o seguro impulsiona uma economia mais inclusiva diante das mudanças climáticas
A Casa do Seguro, em Belém, reuniu lideranças do Brasil e do exterior, na tarde deste sábado (15), para discutir como o setor de seguros e o sistema financeiro podem acelerar a transição climática, reduzir a lacuna de proteção e integrar riscos ambientais e sociais às suas estratégias.
Inovação e cooperação para acelerar a transição climática
O papel estratégico na transição climática foi o fio condutor dos painéis conduzidos pela Prudential na manhã deste sábado (15), na Casa do Seguro — espaço de debates da CNseg na COP30. A avaliação dos participantes é que a inovação em produtos, a regulação e a cooperação internacional são pilares para acelerar essa agenda. Contudo, apesar dos avanços, o setor ainda enfrenta obstáculos, como o limitado financiamento para redução de riscos de desastres, a baixa disseminação da cultura de prevenção, sobretudo entre populações vulneráveis.
Lideranças da Marsh McLennan participam de painéis climáticos na Casa do Seguro

O mercado de seguros assumiu um papel de destaque na transição climática, atuando como pilar essencial da gestão de riscos e possibilitando investimentos em soluções sustentáveis. Por esse motivo, o setor ganhou um espaço inédito na COP30: a Casa do Seguro. Esse hub de conteúdo, networking e negócios, criado pela Confederação Nacional das Seguradoras (CNSeg), sediará um programa estratégico durante a conferência.
Do risco à regeneração: o papel do seguro na bioeconomia e nas soluções baseadas na natureza
Com cerca de R$ 2 trilhões em reservas técnicas, o setor de seguros e resseguros brasileiro pode se tornar um dos principais motores do financiamento sustentável no país. A avaliação foi feita por Dyogo Oliveira, presidente da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), na abertura do Fórum “Diálogos COP30 – Seguros, Clima e Natureza”, realizado nesta sexta-feira (14), na Casa do Seguro, em Belém (PA), durante a COP30.
Setor de seguros amplia compromissos com a agenda sustentável na COP30
Em um evento marcado por reflexões e compromissos com o futuro, a Caixa Seguridade reuniu especialistas, parceiros e colaboradores para discutir o papel do setor de seguros na construção de uma economia mais sustentável, inclusiva e resiliente. O encontro, marcado por análises sobre desafios e responsabilidades do mercado, reforçou o alinhamento da companhia — e do setor – à agenda global de sustentabilidade.
O encontro destacou como a inovação tecnológica, a economia circular e a colaboração entre setores estão redefinindo o futuro da mobilidade de baixo carbono no Brasil, evidenciando o papel estratégico do setor de seguros nesse processo.
Indústria automotiva e setor de seguros se unem na Casa do Seguro para impulsionar a descarbonização
O “Fórum da Indústria Automotiva & Seguros na COP30”, realizado nesta quinta-feira (13) na Casa do Seguro, em Belém (PA), durante a COP30, reuniu montadoras, seguradoras, especialistas e representantes internacionais, em uma iniciativa conjunta da CNseg e da ANFAVEA.
O encontro destacou como a inovação tecnológica, a economia circular e a colaboração entre setores estão redefinindo o futuro da mobilidade de baixo carbono no Brasil, evidenciando o papel estratégico do setor de seguros nesse processo.
O papel do mercado segurador como viabilizador e mitigador de riscos para energias renováveis
A necessidade de seguros para amparar o avanço das energias renováveis foi o tema central das palestras promovidas pela Tokio Marine, nesta quinta-feira (13/11), na Casa do Seguro, espaço de debates da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) na COP30. Especialistas dos setores de energia solar, eólica e seguros apresentaram um panorama otimista do potencial do país, que já possui uma das matrizes elétricas mais limpas do G20, mas também alertaram para os desafios regulatórios, de infraestrutura e de financiamento que precisam ser superados. O papel do mercado segurador como viabilizador e mitigador de riscos para novas tecnologias — desde o armazenamento em baterias e hidrogênio verde até projetos eólicos offshore e data centers — foi o fio condutor das discussões.
Fórum de Finanças Sustentáveis destaca papel estratégico dos seguros e das finanças na transição climática
Representantes do governo, de organismos internacionais e do setor privado se reuniram, nesta quarta-feira (12), no “Fórum de Finanças Sustentáveis na COP30”, para discutir caminhos concretos de financiamento da transição ecológica e o fortalecimento do papel do sistema financeiro na construção de uma economia de baixo carbono.
Setor de seguros pode ser um vetor de transformação em prol da resiliência climática
As cidades, assim como setores estratégicos, como o agronegócio e a infraestrutura, são cada vez mais castigados pela frequência e severidade dos eventos climáticos extremos. O que fazer? Algumas das soluções possíveis foram discutidas na manhã desta quarta-feira (12) na Casa do Seguro, espaço da CNseg na COP30, durante debates promovidos pela Allianz. Os painéis “Cidades resilientes: planejamento urbano para um clima imprevisível”; e “Mudanças climáticas e o novo paradigma dos seguros” deixaram claro que a resiliência urbana ou rural passa por novos modelos de seguros climáticos, coberturas e assistências mais abrangentes, uso de dados para prevenção e novas formas de precificação de risco.