Na COP30, CNseg e City of London mostram como o seguro impulsiona a transição para uma economia verde

“Meu desejo político, de uma perspectiva de adaptação, é que paremos de construir coisas que sabemos que não serão o que precisamos nos próximos 20, 30, 40 anos.” A afirmação de Amy Barnes, líder global de Clima e Sustentabilidade da Marsh McLennan, deu o tom do painel “Showcasing the Role of Insurance in Unlocking and Accelerating Climate Finance”, promovido pela Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) e pela City of London, nesta terça-feira (11), na Casa do Seguro, durante a COP30, em Belém (PA).

Economia de baixo carbono: caminho passa por inovação, ciência e seguros

A busca por uma economia resiliente e de baixo carbono tem sido cada vez mais debatida, com destaque para o papel das inovações climáticas, das soluções baseadas na natureza e dos investimentos sustentáveis na aceleração da transição verde. Neste sentido, o setor de seguros tem importante contribuição nesse ecossistema. Este foi o mote das discussões da manhã desta terça-feira (11) na Casa do Seguro, espaço da CNseg na COP30, durante debates promovidos pela AXA.

Economia Verde, Saúde e Justiça Social: uma nova agenda para o mercado de seguros

O seguro, hoje, ultrapassa o papel tradicional de garantir indenizações para se posicionar como agente ativo na construção de soluções sustentáveis. Sua atuação tornou-se peça-chave na redução de desigualdades sociais, na proteção da vida e da saúde, além de apoiar, de forma concreta, a transição para uma economia verde. Foi esse o eixo central dos debates dos dois painéis de abertura da Casa do Seguro, iniciativa promovida pelo Grupo Bradesco, que discutiu o impacto dos seguros frente à crescente relevância das mudanças climáticas e da necessidade de modelos econômicos e sociais mais resilientes.