Fórum da Casa do Seguro: como o desafio da longevidade pode ajudar o Brasil a enfrentar a crise climática

04/11/2025 Transformar em oportunidades de crescimento sustentável dois dos maiores desafios do século — o envelhecimento populacional e a crise climática — é o foco do Fórum de Clima, Vida e Longevidade, que será realizado pela Casa do Seguro em 11 de novembro, em Belém (PA). O evento é uma iniciativa da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), em parceria com a Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (FenaPrevi), e reunirá especialistas, formuladores de políticas públicas e representantes do setor financeiro para discutir como a previdência e o seguro de vida podem se tornar instrumentos-chave de resiliência social e ambiental. A proposta é mostrar que o envelhecimento populacional e as mudanças climáticas, quando tratados de forma integrada, podem abrir caminho para um modelo de desenvolvimento mais sustentável, inclusivo e preparado para o futuro. “A previdência e o seguro de vida são pilares essenciais de uma sociedade sustentável, pois oferecem segurança financeira e resiliência contra as incertezas da vida e do clima. Nosso Fórum na Casa do Seguro é fundamental para mostrar que o desafio da longevidade, quando combinado à urgência climática, se torna uma oportunidade para o Brasil desenvolver instrumentos financeiros inovadores que transformem riscos em proteção e crescimento sustentável para todos”, afirmou o presidente da FenaPrevi, Edson Franco. “As megatendências de envelhecimento e clima estão interligadas, ampliando a necessidade de resiliência e planejamento. O Fórum é o palco ideal para demonstrar como o ecossistema de seguros e previdência, através da inovação em produtos e investimentos, está criando soluções financeiras robustas para o Brasil. Nosso objetivo principal é garantir que a importância do setor seja plenamente reconhecida e que nossas propostas sejam levadas ao documento final da COP30, consolidando o seguro como um vetor de proteção social e crescimento verde”, disse o presidente da CNseg, Dyogo Oliveira. O Fórum contará com a participação do renomado físico e cientista brasileiro Paulo Artaxo como keynote speaker. Professor titular no Instituto de Física da Universidade de São Paulo (USP), com atuação destacada em Física Atmosférica e Ciências Ambientais, sua importância reside principalmente no extenso trabalho de pesquisa sobre as mudanças climáticas globais. Considerado um dos cientistas mais influentes do mundo em sua área, Artaxo é autor principal de diversos relatórios do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) da ONU, o que consolida seu papel como referência global na ciência do clima e na conscientização sobre a urgência das questões ambientais no Brasil e no planeta. A Casa do Seguro é uma realização da CNseg, com o objetivo de posicionar o setor de seguros como um ator estratégico e fundamental na busca por soluções relacionadas à adaptação e mitigação das mudanças climáticas, consolidando o reconhecimento da importância do setor e fazendo com que ele seja citado no documento final da COP30. A Casa do Seguro se localiza na Tv. Alferes Costa, 2828 – Pedreira – Belém/PA.Os interessados em participar deste e dos demais eventos da Casa do Seguro podem se inscrever clicando aqui. Sobre a Casa do Seguro A sustentabilidade é a espinha dorsal da “Casa do Seguro”, iniciativa inédita da CNseg (Confederação Nacional das Seguradoras) para inserir o setor nas discussões da COP30, a Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, que será realizada em Belém (PA). Além da programação de conteúdo, a “Casa do Seguro” promoverá iniciativas de responsabilidade social, prestigiando a economia e a mão de obra locais. O projeto é ambientalmente responsável e foi desenvolvido dentro dos conceitos de evento neutro e resíduo zero, prevendo ainda uso eficiente de água e energia. Com o apoio de seus empoderadores –Allianz, AXA, BB Seguros, Bradesco Seguros, Caixa Seguridade, MAPFRE, Marsh McLennan, Porto, Prudential e Tokio Marine – a Casa funcionará em 1,6 mil m² de área útil, acomodando plenária com 100 lugares, seis salas de reunião, business lounges, estúdio para gravação de podcasts, sala de imprensa, espaço de convivência e área para exposições artísticas e apresentações culturais. COMPARTILHE Fórum da Casa do Seguro: como o desafio da longevidade pode ajudar o Brasil a enfrentar a crise climática • 04/11/2025 Solidariedade, inovação e propósito: conheça o tripé que guia a nova sustentabilidade • 31/10/2025 Sustentabilidade no centro da estratégia: como a Bradesco Seguros se prepara para um futuro mais resiliente • 31/10/2025 Sustentabilidade deixou de ser marketing e virou sobrevivência, avalia executiva da Bradesco Seguros • 31/10/2025 CNseg e ABDIB debatem integração entre seguros e infraestrutura na era da transição climática • 31/10/2025 Com a proximidade da COP 30, Allianz anuncia mais dois especialistas internacionais na Casa do Seguro • 29/10/2025 Anbima, CNseg e Febraban debatem o papel do sistema financeiro na transição climática global durante a COP30 • 28/10/2025 Marsh McLennan na COP30: liderança global em resiliência climática para um mundo em transformação • 28/10/2025 COP30 Amazônia debate resiliência climática e soluções para adaptação às mudanças do clima • 22/10/2025 Casa do Seguro terá emissão zero de carbono na COP30 • 22/10/2025
Solidariedade, inovação e propósito: conheça o tripé que guia a nova sustentabilidade

A Marsh McLennan Brasil é a mais nova empoderadora da “Casa do Seguro”, iniciativa inédita da CNseg (Confederação Nacional das Seguradoras) que coloca o setor de seguros no centro das discussões sobre riscos climáticos durante a COP30, a Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, que acontecerá em novembro, em Belém (PA).
Sustentabilidade no centro da estratégia: como a Bradesco Seguros se prepara para um futuro mais resiliente

31/10/2025 Em um mundo definido por extremos — de seca intensa a chuvas torrenciais, de ondas de calor históricas a desastres naturais cada vez mais frequentes —, a sustentabilidade deixou de ser um tema acessório e passou a ser central na estratégia de qualquer empresa. Nesse cenário, poucas indústrias têm tanta experiência em lidar com a imprevisibilidade quanto o setor de seguros. É o que destaca Ivani Benazzi de Andrade, superintendente de Sustentabilidade da Bradesco Seguros, ao afirmar que compreender e antecipar riscos faz parte do DNA da atividade seguradora. Segundo ela, essa capacidade analítica coloca o setor em posição privilegiada para apoiar a transição climática e oferecer proteção em tempos de incerteza. As seguradoras convivem com o inesperado, mas dependem fortemente de dados para construir previsibilidade. O desafio é que, quando o assunto são as mudanças climáticas, as referências do passado já não bastam. “As mudanças climáticas ainda não têm dados completamente consolidados”, observa Ivani. Para ela, é preciso olhar para a frente com base em projeções científicas robustas, como as do IPCC, que preveem aumentos de temperatura e elevação do nível do mar. No Brasil, o avanço de ferramentas de georreferenciamento tem permitido ampliar o olhar sobre o território nacional e compreender melhor os impactos regionais — um passo essencial em um país de dimensões continentais. A Bradesco Seguros tem apostado na integração entre ciência, tecnologia e parcerias institucionais para aprimorar suas análises. Por meio de iniciativas com universidades e do trabalho conjunto com entidades do setor, como a CNseg (Confederação Nacional das Seguradoras), a companhia participa do esforço de consolidação de bancos de dados que apoiam a previsão de riscos climáticos. Essas informações não servem apenas para precificar apólices — elas guiam decisões sobre mitigação, prevenção e adaptação. “Precisamos prever como o aumento de temperatura, seja de 1,5°C ou 2°C, agravará situações em diferentes regiões do Brasil”, exemplifica Ivani, lembrando que tais cenários ajudam o setor a oferecer coberturas mais adequadas e serviços mais eficazes. https://www.youtube.com/watch?v=-kOi9Eq0760 A transformação, no entanto, vai além do campo técnico. Os impactos das mudanças climáticas atingem de forma ampla a saúde, a economia e o cotidiano das pessoas. Ivani cita estudos que relacionam o calor extremo ao aumento de eventos cardiovasculares e à expansão de doenças tropicais como a dengue — cuja incidência se intensifica em ambientes mais quentes e úmidos. A escassez de água, por sua vez, compromete a produção de alimentos, agrava a desnutrição e contribui para a degradação do solo. “As mudanças climáticas são consequência de um problema maior: o da biodiversidade e do uso inadequado do planeta”, reforça a executiva. O setor de seguros, por seu alcance e base de dados, pode desempenhar um papel decisivo na tradução desses riscos em soluções concretas de proteção e educação ambiental. Essa abordagem orientada à sustentabilidade também se reflete na atuação institucional da Bradesco Seguros, que faz parte de movimentos internacionais voltados à responsabilidade climática. Ivani integra o Global Steering Committee da UNEP FI — a Iniciativa Financeira do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente — e incentiva a adesão aos Princípios para Sustentabilidade em Seguros (PSI), um compromisso global que reúne seguradoras alinhadas à agenda ESG. Esses fóruns permitem a troca de experiências e a adoção de padrões globais de transparência e governança, influenciando positivamente o mercado brasileiro. Dentro do setor, a CNseg atua com uma comissão de sustentabilidade que estimula práticas responsáveis entre as empresas associadas e busca articulação com reguladores e formuladores de políticas públicas. O objetivo é comum: fortalecer a resiliência econômica e social do país diante dos impactos climáticos. “Quando falamos em ESG — ou ASG, em português —, estamos falando de ambiental, social e governança. O ‘A’ cuida do planeta, o ‘S’ cuida das pessoas e o ‘G’ garante que todos façam sua parte”, explica Ivani. Essa visão sistêmica reforça a interdependência entre o bem-estar humano e a saúde ambiental. Na prática, o setor de seguros emerge como um agente de transformação. Além de oferecer proteção financeira, ele fornece informações e dados que ajudam outras empresas a se prepararem para os riscos climáticos. Essa troca de conhecimento pode, inclusive, gerar novos modelos de negócio, em que as seguradoras atuam como parceiras consultivas em sustentabilidade corporativa — ampliando sua relevância econômica e social. A executiva lembra que iniciativas como a COP30 — a Conferência do Clima — demonstram a importância da cooperação entre governos, empresas, sociedade civil e organismos internacionais. “Aqui, todos se unem em prol do enfrentamento das mudanças climáticas”, afirma. Sobre a Casa do Seguro A sustentabilidade é a espinha dorsal da “Casa do Seguro”, iniciativa inédita da CNseg (Confederação Nacional das Seguradoras) para inserir o setor nas discussões da COP30, a Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, que será realizada em Belém (PA). Além da programação de conteúdo, a “Casa do Seguro” promoverá iniciativas de responsabilidade social, prestigiando a economia e a mão de obra locais. O projeto é ambientalmente responsável e foi desenvolvido dentro dos conceitos de evento neutro e resíduo zero, prevendo ainda uso eficiente de água e energia. Com o apoio de seus empoderadores –Allianz, AXA, BB Seguros, Bradesco Seguros, Caixa Seguridade, MAPFRE, Marsh McLennan, Porto, Prudential e Tokio Marine – a Casa funcionará em 1,6 mil m² de área útil, acomodando plenária com 100 lugares, seis salas de reunião, business lounges, estúdio para gravação de podcasts, sala de imprensa, espaço de convivência e área para exposições artísticas e apresentações culturais. COMPARTILHE Solidariedade, inovação e propósito: conheça o tripé que guia a nova sustentabilidade • 31/10/2025 Sustentabilidade no centro da estratégia: como a Bradesco Seguros se prepara para um futuro mais resiliente • 31/10/2025 Sustentabilidade deixou de ser marketing e virou sobrevivência, avalia executiva da Bradesco Seguros • 31/10/2025 CNseg e ABDIB debatem integração entre seguros e infraestrutura na era da transição climática • 31/10/2025 Com a proximidade da COP 30, Allianz anuncia mais dois especialistas internacionais na Casa do Seguro • 29/10/2025 Anbima, CNseg e Febraban debatem o papel do sistema financeiro na transição climática global durante a COP30 • 28/10/2025 Marsh McLennan na COP30: liderança global em resiliência climática para um mundo em transformação •
Sustentabilidade deixou de ser marketing e virou sobrevivência, avalia executiva da Bradesco Seguros

31/10/2025 A cada tempestade, o Brasil testa os limites de sua capacidade de resposta. As enchentes que devastaram o Rio Grande do Sul, em 2024, se transformaram na maior operação de assistência da história do setor securitário brasileiro, com volume de indenizações superior a R$ 100 milhões apenas da Bradesco Seguros. Em meio à destruição, uma questão ganha força: como transformar o seguro em instrumento de resiliência climática num país que ainda não se planeja para desastres que se repetem com frequência? “O nosso trabalho começa muito antes do desastre. O antes, o durante e o depois fazem parte da rotina de quem quer proteger pessoas e patrimônios”, enfatiza Ivani Benazzi de Andrade, superintendente de Sustentabilidade da Bradesco Seguros. Segundo ela, o primeiro passo é sempre o da prevenção. “No Brasil, a expansão dos seguros ainda é baixa. As pessoas não compreendem o quanto é importante ter proteção, seja de vida, seja residencial. A conscientização é parte do cuidado preventivo.” Entre as ações, Ivani destaca programas de educação em seguros, escritórios de orientação a clientes e serviços de checkup residencial, que monitoram riscos elétricos, hidráulicos e estruturais. “Quando você cuida do seu patrimônio, não está apenas garantindo o seguro, mas prevê o risco de perda total”, explica. Mas é durante as crises que a Bradesco Seguros coloca à prova sua capacidade de resposta. Em menos de uma semana após o início das enchentes no Sul, a seguradora recebeu mais de 400 chamados emergenciais e acionou sua 45ª Operação de Tratamento de Sinistros, mobilizando equipes, guinchos e apoio logístico em cidades como Caxias do Sul, Santa Cruz do Sul, São Leopoldo e Porto Alegre. ” Nosso esforço é eliminar a burocracia e liberar os recursos com rapidez. Quando a vida de uma família está debaixo d’água, o tempo de indenização é o que define o recomeço” , explica Ivani. https://www.youtube.com/watch?v=UceVoUVyHMc O processo pós-evento inclui acompanhamento de assistência e assessoria financeira. A empresa também integrou campanhas com a Defesa Civil e a Europ Assistance, enviando água, colchões e suprimentos às regiões atingidas. A operação gaúcha se soma a uma frente crescente de emergências: desde 2015, o grupo realizou 45 operações especiais para enfrentar catástrofes naturais no Brasil. A alta frequência desses eventos já formou o portfólio do grupo. De acordo com o Relatório Integrado 2024, mais de R$ 170 milhões foram pagos em indenizações climáticas apenas no último ano. O impacto econômico é gigantesco: o setor estima prejuízos globais de R$ 1,9 trilhão em 2024, sendo o Brasil responsável por R$ 32,8 bilhões em perdas — dos quais menos de 10% foram segurados. Para enfrentar essa nova era climática, Ivani defende que sustentabilidade e seguros caminhem juntos. “As mudanças climáticas estão afetando a agricultura, a saúde, a alimentação, o trabalho e a economia. Não se trata apenas de reconstruir o que se perdeu, mas de compensar como vivemos”, diz. A Bradesco Seguros, uma empresa de múltiplos ramos que atua em vida, saúde e patrimônio, vem ampliando o uso de dados de georreferenciamento e inteligência climática para antecipar riscos e ajustar coberturas regionais. No mercado, a companhia também aposta em novos modelos de produtos sustentáveis, integrando metas de ESG à sua governança. “Sustentabilidade não é mais política de marketing, é estratégia de sobrevivência. Todas as empresas — pequenas, médias ou grandes — precisam incorporá-la em suas decisões. É assim que se cria um sistema de proteção que realmente funciona”, conclui Ivani. Sobre a Casa do Seguro A sustentabilidade é a espinha dorsal da “Casa do Seguro”, iniciativa inédita da CNseg (Confederação Nacional das Seguradoras) para inserir o setor nas discussões da COP30, a Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, que será realizada em Belém (PA). Além da programação de conteúdo, a “Casa do Seguro” promoverá iniciativas de responsabilidade social, prestigiando a economia e a mão de obra locais. O projeto é ambientalmente responsável e foi desenvolvido dentro dos conceitos de evento neutro e resíduo zero, prevendo ainda uso eficiente de água e energia. Com o apoio de seus empoderadores –Allianz, AXA, BB Seguros, Bradesco Seguros, Caixa Seguridade, MAPFRE, Marsh McLennan, Porto, Prudential e Tokio Marine – a Casa funcionará em 1,6 mil m² de área útil, acomodando plenária com 100 lugares, seis salas de reunião, business lounges, estúdio para gravação de podcasts, sala de imprensa, espaço de convivência e área para exposições artísticas e apresentações culturais. 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CNseg e ABDIB debatem integração entre seguros e infraestrutura na era da transição climática

31/10/2025 A Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) e a Associação Brasileira da Infraestrutura e Indústrias de Base (ABDIB) realizam, no dia 18 de novembro, o Fórum de Seguros e Infraestrutura Sustentável. O encontro — que integra a programação da Casa do Seguro, na COP30 em Belém (PA) —, reunirá especialistas, representantes governamentais e lideranças empresariais para discutir o papel estratégico do setor segurador no desenvolvimento da infraestrutura nacional e na adaptação às mudanças climáticas. O Fórum insere-se em um momento de reconfiguração das políticas públicas voltadas à infraestrutura, especialmente diante dos desafios e oportunidades criados pela transição energética e pela crescente demanda por projetos de investimento sustentáveis. A agenda do evento será organizada em três momentos principais, que se complementam e dialogam entre si. A sessão de abertura apresentará uma análise abrangente sobre o panorama atual da infraestrutura brasileira e suas perspectivas de expansão, destacando o papel dos seguros como instrumento de mitigação de riscos e de estímulo a investimentos estratégicos. Especialistas abordarão o ciclo de contratação de projetos, os desafios regulatórios e as oportunidades trazidas por novos modelos de financiamento sustentável. O primeiro painel, intitulado “Seguros como Instrumento de Proteção dos Investimentos em Infraestrutura”, promoverá um debate técnico sobre a integração entre o sistema segurador e o planejamento público de longo prazo. O foco será o Novo PAC (2023–2026), que prevê R$ 1,3 trilhão em investimentos, sendo mais de 90% voltados a cidades sustentáveis, transporte de baixo carbono e transição energética. Também serão discutidos os cerca de R$ 750 bilhões em novos investimentos previstos em concessões e PPPs, de acordo com o Livro Azul da Infraestrutura, elaborado pela ABDIB. O objetivo é destacar o papel do seguro como garantia financeira e ferramenta de credibilidade institucional para investidores nacionais e estrangeiros. O segundo painel — “COP30: Infraestrutura como Indutora do Desenvolvimento Sustentável” — discutirá os desafios da adaptação climática nos setores de transporte, energia e saneamento, com ênfase no papel dos seguros na internalização dos riscos climáticos e na atração de financiamento verde. Na sequência, haverá o lançamento do Guia Prático de Seguros e Capitalização para Concessões e PPPs – Parceria CNseg e SEPPI. Desenvolvido em parceria com o PPI e com apoio da EY e do escritório Mattos Filho, o Guia reúne contribuições de entidades como BNDES, SUSEP, FEBRABAN, ABDIB e outras associações. O material alinha conhecimento técnico, boas práticas de gestão de riscos e requisitos regulatórios, criando uma referência robusta para associação do seguro em projetos de concessões e PPPs. Para Dyogo Oliveira, presidente da CNseg, o setor de seguros é um pilar essencial para dar segurança jurídica e financeira aos investimentos, protegendo ativos estratégicos e viabilizando projetos de longo prazo em setores fundamentais como transporte, energia, saneamento, habitação e mobilidade urbana, especialmente em um contexto de crises climáticas mais severas e constantes. “As seguradoras devem ser protagonistas na promoção de investimentos em infraestrutura resiliente, especialmente em áreas de risco, promovendo mudanças sustentáveis e apoiando a transição para uma economia mais verde e responsável”, avalia. O presidente executivo da ABDIB, Venilton Tadini, avalia que a oferta de novos produtos, como o Seguro Garantia, terá um papel de destaque na consolidação dos investimentos em infraestrutura — que vivem o melhor momento da história recente do país. Depois da queda acentuada que se verificou na década passada, houve uma recuperação expressiva dos investimentos em concessões e parcerias público-privadas com utilização, principalmente, de capital privado. No próximo ano, esses investimentos devem alcançar o total recorde de R$ 300 bilhões — e mais de dois terços desse valor virão de recursos privados. “Num cenário como esse, o Seguro Garantia torna-se uma ferramenta necessária para assegurar a execução integral dos projetos de infraestrutura, reduzindo a necessidade de garantias corporativas e caminhando para o project finance”, afirma Tadini. Os interessados em participar deste e dos demais eventos da Casa do Seguro, podem se inscrever clicando aqui. Sobre a Casa do Seguro A Casa do Seguro está situada em local muito próximo ao espaço oficial da COP30. Além da programação de conteúdo, promoverá iniciativas de responsabilidade social, prestigiando a economia e a mão de obra locais. O projeto é ambientalmente responsável e foi desenvolvido dentro dos conceitos de evento neutro e resíduo zero, prevendo ainda uso eficiente de água e energia. Com o apoio de seus empoderadores – Allianz, AXA, BB Seguros, Bradesco Seguros, Caixa Seguridade, MAPFRE, Marsh McLennan, Porto, Prudential e Tokio Marine – a Casa funcionará em 1,6 mil m² de área útil, acomodando plenária com 100 lugares, seis salas de reunião, business lounges, estúdio para gravação de podcasts, sala de imprensa, espaço de convivência e área para exposições artísticas e apresentações culturais. COMPARTILHE CNseg e ABDIB debatem integração entre seguros e infraestrutura na era da transição climática • 31/10/2025 Com a proximidade da COP 30, Allianz anuncia mais dois especialistas internacionais na Casa do Seguro • 29/10/2025 Anbima, CNseg e Febraban debatem o papel do sistema financeiro na transição climática global durante a COP30 • 28/10/2025 Marsh McLennan na COP30: liderança global em resiliência climática para um mundo em transformação • 28/10/2025 COP30 Amazônia debate resiliência climática e soluções para adaptação às mudanças do clima • 22/10/2025 Casa do Seguro terá emissão zero de carbono na COP30 • 22/10/2025 Como as finanças sustentáveis podem transformar o setor de seguros no Brasil? • 17/10/2025 BB Seguros intensifica sua presença na COP30 com chegada estratégica à Casa do Seguro • 17/10/2025 Ministérios das Cidades e da Agricultura reforçam parceria com setor segurador para ampliar proteção, em virtude das mudanças climáticas • 16/10/2025 Mudanças climáticas desafiam a saúde humana e o equilíbrio do setor de seguros • 16/10/2025
Com a proximidade da COP 30, Allianz anuncia mais dois especialistas internacionais na Casa do Seguro

29/10/2025 David White e Butch Bacani contribuirão nos painéis promovidos pela seguradora no evento A menos de um mês para a COP30, a Allianz Seguros anuncia a participação de mais dois especialistas internacionais em seus painéis na Casa do Seguro: David White, diretor de Advocacy e Comunicação da Coalizão para Infraestrutura Resiliente a Desastres (CDRI), e Butch Bacani, head de Seguros do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (UNEP-FI). Como uma das empoderadoras do espaço idealizado pela Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), a companhia promoverá dois painéis na manhã do dia 12 de novembro. O primeiro deles terá como tema central “Cidades resilientes: planejamento urbano para um clima imprevisível”. David White se juntará à keynote speaker Lena Fuldauer, líder global de Soluções de Sustentabilidade e Resiliência da Allianz Commercial, e Fábio Morita, diretor executivo de Automóvel, Massificados e Vida da Allianz Seguros. A moderação estará a cargo de Eduard Folch, presidente da Allianz Seguros. David White, que atua na intersecção entre resiliência climática, geopolítica, diplomacia e advocacy, afirma que “construir cidades resilientes exige a união de insights locais e colaboração global. Seja melhorando serviços essenciais ou fortalecendo sistemas de infraestrutura, o objetivo é garantir que as comunidades possam se adaptar e prosperar diante dos crescentes riscos climáticos. Na CDRI, vemos cada parceria como uma oportunidade de transformar a resiliência em um compromisso compartilhado e viável”. Antes de ingressar na CDRI, White foi head regional da iniciativa Commonwealth Human Rights e trabalhou também na empresa StreetGames UK como diretor de campanhas nacionais, liderando um projeto de arrecadação para combate à fome infantil. Já Butch Bacani vai integrar o segundo painel “Mudanças climáticas e o novo paradigma do seguro”, que terá como keynote speaker Gabrielle Durisch, CSO da Allianz Commercial, e Mauricio Masferrer, diretor executivo de Negócios Corporativos da Allianz Seguros e Managing Director da Allianz Commercial Brasil, como speaker local. Eduard Folch também fará a moderação. Há 19 anos na UNEP-FI, Bacani lidera os Princípios da ONU para Seguros Sustentáveis (PSI, na sigla em inglês) e é conselheiro do Fórum da ONU destinado à transição net-zero do mercado segurador (FIT, na sigla em inglês). Esteve presente nas COPs 28 e 29 e em diversos eventos globais voltados ao Meio Ambiente. Sobre a Casa do Seguro A Casa do Seguro está situada em local muito próximo ao espaço oficial da COP30. Além da programação de conteúdo, promoverá iniciativas de responsabilidade social, prestigiando a economia e a mão de obra locais. O projeto é ambientalmente responsável e foi desenvolvido dentro dos conceitos de evento neutro e resíduo zero, prevendo ainda uso eficiente de água e energia. Com o apoio de seus empoderadores – Allianz, AXA, BB Seguros, Bradesco Seguros, Caixa Seguridade, MAPFRE, Marsh McLennan, Porto, Prudential e Tokio Marine – a Casa funcionará em 1,6 mil m² de área útil, acomodando plenária com 100 lugares, seis salas de reunião, business lounges, estúdio para gravação de podcasts, sala de imprensa, espaço de convivência e área para exposições artísticas e apresentações culturais. COMPARTILHE Com a proximidade da COP 30, Allianz anuncia mais dois especialistas internacionais na Casa do Seguro • 29/10/2025 Anbima, CNseg e Febraban debatem o papel do sistema financeiro na transição climática global durante a COP30 • 28/10/2025 Marsh McLennan na COP30: liderança global em resiliência climática para um mundo em transformação • 28/10/2025 COP30 Amazônia debate resiliência climática e soluções para adaptação às mudanças do clima • 22/10/2025 Casa do Seguro terá emissão zero de carbono na COP30 • 22/10/2025 Como as finanças sustentáveis podem transformar o setor de seguros no Brasil? • 17/10/2025 BB Seguros intensifica sua presença na COP30 com chegada estratégica à Casa do Seguro • 17/10/2025 Ministérios das Cidades e da Agricultura reforçam parceria com setor segurador para ampliar proteção, em virtude das mudanças climáticas • 16/10/2025 Mudanças climáticas desafiam a saúde humana e o equilíbrio do setor de seguros • 16/10/2025 Setor de seguros se reinventa e assume liderança global na agenda climática, destaca presidente da COP30 • 09/10/2025
Anbima, CNseg e Febraban debatem o papel do sistema financeiro na transição climática global durante a COP30

28/10/2025 Fórum reunirá autoridades públicas e executivos para debater financiamento verde e estratégias de sustentabilidade econômica Apresentar estratégias de financiamento para a transição climática, destacando soluções inovadoras, instrumentos financeiros sustentáveis e a construção de novas parcerias nacionais e internacionais para apoiar a transição para uma economia de baixo carbono. Esse é o objetivo do Fórum de Finanças Sustentáveis, que será promovido no dia 12 de novembro, a partir das 14h30, na Casa do Seguro, em Belém (PA), como parte da programação paralela à COP 30. O encontro reunirá de forma inédita as três maiores entidades do setor financeiro nacional: a Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima), a Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) e a Federação Brasileira de Bancos (Febraban); que uniram forças para construir um caminho estruturado para mobilização, capacitação e engajamento, fortalecendo o papel do Brasil como referência global em finanças sustentáveis. A abertura do evento contará com as presenças de Carlos André, presidente da Anbima; Dyogo Oliveira, presidente da CNseg; e Isaac Sidney, presidente da Febraban. A ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, fará a abertura do painel que discutirá como canalizar recursos – públicos e privados – para a conservação e restauração de ecossistemas florestais, conciliando proteção ambiental e desenvolvimento econômico. Já o diretor de Assuntos Internacionais e de Gestão de Riscos Coorporativos do Banco Central, Paulo Picchetti, abre o painel sobre financiamento da transição climática, com foco nos desafios estruturais para transição para uma economia de baixo carbono. No painel sobre as contribuições do setor financeiro para o plano de transformação ecológica, o campeão de Alto Nível da COP 30, Dan Ioschpe, participa como debatedor para falar como os setores de finanças e seguros têm papel decisivo para a implementação efetiva do plano, mobilizando capital em escala, precificando riscos ambientais e impulsionando cadeias produtivas sustentáveis. Para Dyogo Oliveira, presidente da CNseg, o Fórum de Finanças Sustentáveis é um marco pois reúne, além de bancos, seguradoras e investidores, parceiros estratégicos como Climate Champions, FIN, GFANZ, Pacto Global, BID Invest, PRI e UNEP FI para troca de experiências com vistas à transição para uma economia de baixo carbono. “Além do importante diálogo com o poder público, presente em todos os painéis do Fórum, esse espaço tem como objetivo primordial estimular o alinhamento multissetorial para aceleração de ações de adaptação e resiliência”, avalia. O presidente da Anbima ressalta que desde 2024 todas as COPs são sobre financiamento, com foco muito grande nas questões econômico-financeiras. “A união de forças dos mercados de capitais, bancário e de seguros é o caminho para maximizar a canalização de recursos para projetos ligados aos temas ESG, acelerando a transição para uma economia de baixo carbono”, diz Carlos André. Isaac Sidney, presidente da Febraban, destaca que o Brasil tem condições únicas de liderar a transição climática e se tornar um hub global de soluções e oportunidades, mas precisamos transformar potencial em liderança concreta, com instrumentos financeiros inovadores e uma forte cooperação público-privada. “Os bancos criaram taxonomia própria para medir os fluxos de financiamento para a economia verde, regras de autorregulação para gerenciar o risco de desmatamento ilegal em setores estratégicos, e têm participado ativamente na emissão de títulos de dívida e concessão de crédito ESG – até agosto de 2025, bancos brasileiros já captaram mais de R$58 bilhões em operações com impacto ambiental, social e climático positivos. Os bancos estão prontos para em conjunto com o Estado, sociedade civil e outros setores da economia, somar esforços, construir soluções e apoiar iniciativas como a Taxonomia Sustentável Brasileira e a regulamentação do Mercado Regulado de Carbono, que contribuirão para o desenvolvimento da nova economia.” A Casa do Seguro se localiza na Tv. Alferes Costa, 2828 – Pedreira – Belém/PA.Os interessados em participar deste e dos demais eventos da Casa do Seguro, podem se inscrever clicando aqui. Sobre a Casa do Seguro A Casa do Seguro está situada em local muito próximo ao espaço oficial da COP30. Além da programação de conteúdo, promoverá iniciativas de responsabilidade social, prestigiando a economia e a mão de obra locais. O projeto é ambientalmente responsável e foi desenvolvido dentro dos conceitos de evento neutro e resíduo zero, prevendo ainda uso eficiente de água e energia. Com o apoio de seus empoderadores – Allianz, AXA, BB Seguros, Bradesco Seguros, Caixa Seguridade, MAPFRE, Marsh McLennan, Porto, Prudential e Tokio Marine – a Casa funcionará em 1,6 mil m² de área útil, acomodando plenária com 100 lugares, seis salas de reunião, business lounges, estúdio para gravação de podcasts, sala de imprensa, espaço de convivência e área para exposições artísticas e apresentações culturais. COMPARTILHE Anbima, CNseg e Febraban debatem o papel do sistema financeiro na transição climática global durante a COP30 • 28/10/2025 Marsh McLennan na COP30: liderança global em resiliência climática para um mundo em transformação • 28/10/2025 COP30 Amazônia debate resiliência climática e soluções para adaptação às mudanças do clima • 22/10/2025 Casa do Seguro terá emissão zero de carbono na COP30 • 22/10/2025 Como as finanças sustentáveis podem transformar o setor de seguros no Brasil? • 17/10/2025 BB Seguros intensifica sua presença na COP30 com chegada estratégica à Casa do Seguro • 17/10/2025 Ministérios das Cidades e da Agricultura reforçam parceria com setor segurador para ampliar proteção, em virtude das mudanças climáticas • 16/10/2025 Mudanças climáticas desafiam a saúde humana e o equilíbrio do setor de seguros • 16/10/2025 Setor de seguros se reinventa e assume liderança global na agenda climática, destaca presidente da COP30 • 09/10/2025 Embaixador André Correa do Lago abre evento Pré-COP30 em Brasília • 08/10/2025
Marsh McLennan na COP30: liderança global em resiliência climática para um mundo em transformação

28/10/2025 A contagem regressiva para a COP30 começou. Em novembro, líderes globais se reunirão em Belém, no Brasil, em busca de respostas coletivas para os crescentes desafios das mudanças climáticas Reconhecendo a importância de compreender e gerir os riscos climáticos, a Marsh McLennan tem orgulho de estar ativamente envolvida, trazendo o conhecimento integrado de nossas quatro áreas de atuação — Marsh, Guy Carpenter, Mercer e Oliver Wyman — a Belém. Esta é a concretização do nosso propósito: dotar nossos clientes da confiança para enfrentar riscos, aproveitar oportunidades e prosperar mesmo em meio à incerteza. Nossas perspectivas especializadas e soluções acionáveis permitem que empresas, comunidades e governos identifiquem, avaliem e respondam aos desafios relacionados ao clima e encontrem resiliência e crescimento sustentável em um ambiente dinâmico. Isso é ilustrado pelo nosso novo Catálogo de Riscos de Transição Climática, que auxilia gestores de risco a mitigar as ameaças comumente associadas aos projetos relacionados à transição, e pelos nossos Resilience Breakthroughs, que demonstram como ampliamos a resiliência climática. A presença da Marsh McLennan na COP30 reforça nosso compromisso em ajudar nossos clientes e comunidades a construir resiliência climática, navegar a transição e prosperar em um mundo em transformação. Entendemos que as decisões e tendências que emergirem da COP30 vão moldar o panorama regulatório e a magnitude dos impactos climáticos nos próximos anos. Por esse motivo, temos como objetivo absorver novas perspectivas e traduzir as discussões globais em inovações para nossos clientes. Também será uma oportunidade para retomar o contato com parceiros existentes e explorar novas oportunidades de iniciativas e parcerias voltadas para impacto. Nossa delegação, composta por líderes globais e locais de todas as nossas áreas de atuação, participará de eventos ao longo das duas semanas, incluindo a condução do programa de abertura na parte da tarde e a recepção no High-Level Climate Champions’ Resilience Hub da ONU. Temos orgulho de ser um dos empoderadores da Casa do Seguro — o primeiro espaço desse tipo dedicado a conversas e à construção de soluções para seguros, organizado pela CNseg. Além disso, estaremos fortemente engajados com a World Climate Foundation em sua cúpula, assim como em seu pavilhão Blue Zone. Teremos um workshop instigante e educativo na TED Countdown House e em outros espaços, e nossos líderes participarão de discussões sobre temas críticos em sessões e painéis na Green Zone e na Blue Zone, enriquecendo o diálogo com soluções práticas e análises aprofundadas. Sobre a Casa do Seguro A Casa do Seguro está situada em local muito próximo ao espaço oficial da COP30. Além da programação de conteúdo, promoverá iniciativas de responsabilidade social, prestigiando a economia e a mão de obra locais. O projeto é ambientalmente responsável e foi desenvolvido dentro dos conceitos de evento neutro e resíduo zero, prevendo ainda uso eficiente de água e energia. Com o apoio de seus empoderadores – Allianz, AXA, BB Seguros, Bradesco Seguros, Caixa Seguridade, MAPFRE, Marsh McLennan, Porto, Prudential e Tokio Marine – a Casa funcionará em 1,6 mil m² de área útil, acomodando plenária com 100 lugares, seis salas de reunião, business lounges, estúdio para gravação de podcasts, sala de imprensa, espaço de convivência e área para exposições artísticas e apresentações culturais. COMPARTILHE Marsh McLennan na COP30: liderança global em resiliência climática para um mundo em transformação • 28/10/2025 COP30 Amazônia debate resiliência climática e soluções para adaptação às mudanças do clima • 22/10/2025 Casa do Seguro terá emissão zero de carbono na COP30 • 22/10/2025 Como as finanças sustentáveis podem transformar o setor de seguros no Brasil? • 17/10/2025 BB Seguros intensifica sua presença na COP30 com chegada estratégica à Casa do Seguro • 17/10/2025 Ministérios das Cidades e da Agricultura reforçam parceria com setor segurador para ampliar proteção, em virtude das mudanças climáticas • 16/10/2025 Mudanças climáticas desafiam a saúde humana e o equilíbrio do setor de seguros • 16/10/2025 Setor de seguros se reinventa e assume liderança global na agenda climática, destaca presidente da COP30 • 09/10/2025 Embaixador André Correa do Lago abre evento Pré-COP30 em Brasília • 08/10/2025 Como o seguro pode ser aliado na inclusão financeira da população? • 02/10/2025
COP30 Amazônia debate resiliência climática e soluções para adaptação às mudanças do clima

22/10/2025 Os eventos climáticos extremos vêm impondo desafios crescentes ao Brasil. De acordo com estudo do Banco Mundial, as perdas anuais provocadas por desastres naturais já alcançam R$ 13 bilhões. O mesmo relatório alerta que esses fenômenos podem levar até 3 milhões de brasileiros à pobreza extrema até 2030, reforçando a necessidade de ampliar a resiliência climática em todas as regiões do país. Para debater soluções que integrem governo, iniciativa privada e sociedade civil, os jornais Valor Econômico e O Globo, juntamente com a rádio CBN, promovem uma nova rodada de encontros do projeto COP30 Amazônia. A iniciativa conta com o Valor Econômico como media partner da CNseg na cobertura da conferência internacional, que será realizada em Belém (PA). Entre os temas discutidos, o seminário “Resiliência climática: o desafio da adaptação às mudanças do clima” reúne especialistas para analisar os impactos do aquecimento global e propor estratégias de adaptação. O evento acontece nesta quinta-feira, 23 de outubro, das 10h às 12h, com transmissão pelos canais do Valor e de O Globo no YouTube e no Facebook Assista ao Seminário “Resiliência climática: o desafio da adaptação às mudanças do clima”:”Valor no Youtube e Valor no Facebook Assista ao Seminário “Resiliência climática: o desafio da adaptação às mudanças do clima”: O Globo no YouTube e O Globo no Facebook Na COP30, painel sobre soluções climáticas com participação da CNseg O primeiro painel do encontro, intitulado “Do campo às cidades, quais as soluções para se adaptar à mudança climática”, contará com a presença de Claudia Prates, diretora de Sustentabilidade da CNseg, ao lado de Inamara Melo, diretora do Departamento de Políticas de Adaptação e Resiliência da Secretaria Nacional de Mudança do Clima do Ministério do Meio Ambiente, e Valéria Braga, representante do International Council for Local Environmental Initiatives (ICLEI) no Rio. A moderação ficará a cargo de Daniela Chiaretti, repórter especial do Valor Econômico. Outro painel, “Como aumentar a resiliência dos mais vulneráveis”, reunirá pesquisadores e especialistas das áreas de geografia, direito e políticas públicas, ampliando o debate sobre como o país pode se preparar para enfrentar as consequências das mudanças do clima. Projeto COP30: Amazônia Agenda e parceiros A construção da resiliência climática é um dos seis eixos temáticos da Agenda Ação da COP30, abrangendo desde infraestrutura adaptada a eventos extremos até edificações sustentáveis, capazes de reduzir a vulnerabilidade de municípios a secas, enchentes e ondas de calor. O projeto COP30 Amazônia é uma realização dos jornais Valor Econômico e O Globo e da rádio CBN, com patrocínio master da Eletrobras, patrocínio de JBS, Vale e Phillip Morris Brasil, apoio do governo do Acre, BNDES, governo do Pará, Suzano e Vivo, e parceria institucional do Cebri (Centro Brasileiro de Relações Internacionais) e do Cebds (Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável). Sobre a Casa do Seguro A Casa do Seguro está situada em local muito próximo ao espaço oficial da COP30. Além da programação de conteúdo, promoverá iniciativas de responsabilidade social, prestigiando a economia e a mão de obra locais. O projeto é ambientalmente responsável e foi desenvolvido dentro dos conceitos de evento neutro e resíduo zero, prevendo ainda uso eficiente de água e energia. Com o apoio de seus empoderadores –Allianz, AXA, BB Seguros, Bradesco Seguros, Caixa Seguridade, MAPFRE, Marsh McLennan, Porto, Prudential e Tokio Marine – a Casa funcionará em 1,6 mil m² de área útil, acomodando plenária com 100 lugares, seis salas de reunião, business lounges, estúdio para gravação de podcasts, sala de imprensa, espaço de convivência e área para exposições artísticas e apresentações culturais. COMPARTILHE COP30 Amazônia debate resiliência climática e soluções para adaptação às mudanças do clima • 22/10/2025 Casa do Seguro terá emissão zero de carbono na COP30 • 22/10/2025 Como as finanças sustentáveis podem transformar o setor de seguros no Brasil? • 17/10/2025 BB Seguros intensifica sua presença na COP30 com chegada estratégica à Casa do Seguro • 17/10/2025 Ministérios das Cidades e da Agricultura reforçam parceria com setor segurador para ampliar proteção, em virtude das mudanças climáticas • 16/10/2025 Mudanças climáticas desafiam a saúde humana e o equilíbrio do setor de seguros • 16/10/2025 Setor de seguros se reinventa e assume liderança global na agenda climática, destaca presidente da COP30 • 09/10/2025 Embaixador André Correa do Lago abre evento Pré-COP30 em Brasília • 08/10/2025 Como o seguro pode ser aliado na inclusão financeira da população? • 02/10/2025 Seguradoras marcam presença nos Pavilhões Brasil da COP30 com painéis sobre riscos climáticos e resiliência • 01/10/2025
Casa do Seguro terá emissão zero de carbono na COP30

22/10/2025 Planejada para ser referência em inovação e sustentabilidade, a Casa do Seguro, idealizada pela Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), será o principal ponto de encontro do setor de seguros na COP30 (Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas), que será realizada em novembro, em Belém (PA). Estruturada para ser a “embaixada do seguro” na capital paraense, a Casa foi idealizada para ir além de um estande tradicional, estabelecendo-se como um ambiente inovador para debates, encontros multissetoriais, workshops de capacitação e articulações entre líderes empresariais, representantes governamentais, especialistas ambientais e sociedade civil. Sua infraestrutura foi projetada para garantir as certificações de Evento Neutro e Resíduo Zero, empregando desde o uso eficiente de energia e cenografia ecologicamente responsável até sistemas de gestão ambiental integral, cobrindo todas as fases do evento — da montagem à desmontagem. Para materializar o projeto, a CNseg firmou parceria com a Eccaplan, companhia referência em sustentabilidade. Carbono zero Para a Casa do Seguro ganhar o status de projeto carbono zero, será necessário cumprir diferentes etapas. O primeiro passo inclui o planejamento da redução das emissões de gases do efeito estufa, a partir de diretrizes de promoção de eventos sustentáveis. Depois disso, será realizada a quantificação das emissões que não foram evitadas na realização do evento, incluindo energia, deslocamentos operacionais e decomposição de resíduos gerados — esse processo segue uma metodologia internacionalmente reconhecida (GHG Protocol). Essas emissões serão compensadas por meio da aquisição de créditos de carbono de uma iniciativa socioambiental certificada: o projeto Karamiranga de Biomassa Renovável. Localizada em São Miguel do Guamá (PA), a Cerâmica Karamiranga é um caso exemplar de inovação sustentável. Após décadas dependendo da lenha extraída da floresta para alimentar seus fornos, a implementação do projeto transformou sua produção ao substituir completamente esse recurso ambientalmente custoso por biomassa renovável de ciclo carbono neutro. Paralelamente, a CNseg e a Eccaplan realizarão a gestão sustentável dos resíduos, com coleta seletiva e destinação correta de materiais recicláveis, orgânicos e rejeitos.A separação e o transporte de resíduos serão feitos por catadores e cooperativas locais, uma iniciativa de impacto social positivo, com geração de renda e inclusão social. Compromisso além do discurso Para Claudia Prates, diretora de Sustentabilidade da CNseg, o projeto da Casa do Seguro é carregado de simbolismo, por exemplificar como o setor de seguros pode ser peça-chave no enfrentamento da crise climática. “Esse projeto é emblemático por sinalizar o compromisso concreto do setor de seguros com a agenda climática, não apenas no discurso, mas também na prática. Dentro da COP30, ele ganha um papel ainda mais relevante ao demonstrar como eventos podem ser planejados com responsabilidade ambiental, servindo de exemplo para outras organizações e setores econômicos”, destaca a executiva. De acordo com Fernando Beltrame, CEO da Eccaplan, a empresa será responsável pela neutralização das emissões de carbono, garantindo a redução do impacto ambiental do evento, além da gestão sustentável de resíduos. “Com mais de 15 anos de atuação em sustentabilidade, a Eccaplan traz para a Casa do Seguro práticas ambientais eficazes que fortalecem o compromisso do setor com a transição para uma economia de baixo carbono. Promover um evento durante a COP30 que adota medidas de redução e compensação de impactos ambientais não é apenas uma ação pontual, mas uma demonstração clara da responsabilidade e do protagonismo da CNseg diante das mudanças climáticas.”, comentou. Sobre a Casa do Seguro A Casa do Seguro estará situada em local muito próximo ao espaço oficial da COP30. Além da programação de conteúdo, promoverá iniciativas de responsabilidade social, prestigiando a economia e a mão de obra locais. O projeto é ambientalmente responsável e foi desenvolvido dentro dos conceitos de evento neutro e resíduo zero, prevendo ainda uso eficiente de água e energia. Com o apoio de seus empoderadores – Allianz, AXA, BB Seguros, Bradesco Seguros, Caixa Seguridade, MAPFRE, Marsh McLennan, Porto, Prudential e Tokio Marine – a Casa funcionará em 1,6 mil m² de área útil, acomodando plenária com 100 lugares, seis salas de reunião, business lounges, estúdio para gravação de podcasts, sala de imprensa, espaço de convivência e área para exposições artísticas e apresentações culturais. Na programação, destacam-se: debates e painéis temáticos; fóruns em parceria com entidades setoriais, organizações internacionais e contrapartes estrangeiras da CNseg; reuniões bilaterais; apresentação de produtos e serviços; e atividades culturais. A Casa do Seguro contará com uma plenária para 100 participantes, seis salas de reunião, salões de negócios, estúdio para gravação de podcasts, sala de imprensa e espaços dedicados a exposições artísticas e apresentações culturais, recursos que fortalecem a sensibilização, a criatividade e a consciência ambiental dos participantes.A programação foi estruturada em torno de seis grandes eixos temáticos, explorados em painéis, debates, fóruns setoriais e oficinas práticas. São eles: proteção social e de investimentos, finanças sustentáveis, infraestrutura resiliente, inteligência climática, seguros para o agronegócio e seguros direcionados à transição para a frota verde e ao desenvolvimento industrial sustentável.Para saber mais, acesse casadoseguro.org.br. Sobre a Eccaplan A Eccaplan Consultoria em Sustentabilidade, startup fundada em 2008 com o apoio do Ministério da Ciência & Tecnologia e da USP, tem desenvolvido programas de ação e educação contra as mudanças climáticas, projetos socioambientais, estratégias, produtos e serviços para empresas, instituições de ensino, promotores e organizadores de eventos.Após o lançamento da primeira plataforma de registro e negociação de créditos de carbono do país, a startup oferece soluções sustentáveis ao mercado por meio da criação dos programas Sou Resíduo Zero, Evento Neutro, Frete Neutro e da certificação Selo CO2 Neutro, que garante a compensação de carbono para empresas atingirem suas metas e compromissos ambientais.Recentemente, a Eccaplan lançou o minicast “Descomplicando”, no YouTube, com episódios que abordam temas como mudanças climáticas, mercado de carbono e práticas sustentáveis de forma simples e didática. Assista aqui. COMPARTILHE Casa do Seguro terá emissão zero de carbono na COP30 • 22/10/2025 Como as finanças sustentáveis podem transformar o setor de seguros no Brasil? • 17/10/2025 BB Seguros intensifica sua presença na COP30 com chegada estratégica à Casa do Seguro • 17/10/2025 Ministérios das Cidades e da Agricultura reforçam parceria com setor segurador para ampliar proteção, em virtude das mudanças climáticas • 16/10/2025 Mudanças climáticas desafiam a saúde humana e o equilíbrio do setor de seguros • 16/10/2025 Setor de seguros se reinventa e assume liderança global na agenda climática, destaca presidente da COP30 • 09/10/2025 Embaixador André Correa do Lago abre evento Pré-COP30 em Brasília • 08/10/2025 Como o seguro pode ser aliado na inclusão financeira